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teologia
SOBRE AS LEIS DE DEUS *

por Lygia Cabus | 22/02/2011

 

        

 



Desde meados do século XX, no mínimo. a maioria das pessoas, têm medo de Deus. Por esse motivo os homens e mulheres deste mundo têm, gradativamente, procurado diminuir a importância da religião. Mais. Adotam uma postura de deboche em relação àqueles que praticam ou falam de religião. Ridicularizam-nos, discriminam tais pessoas, tratam-nas com preconceito.

Porém, examinando cuidadosamente esse medo de Deus, percebe-se que essa Humanidade teme não um Ser, uma entidade. Antes, teme o que os teólogos chamam de As Leis de Deus que nada mais são que as Leis da Natureza ou, leis da física, da química, da biologia, da noética (leis espirituais ou leis que regem o equilíbrio das relações objetivas e subjetivas entre as pessoas). Leis que regem todo o Universo e os Homens não são exceção; não têm privilégio, não estão isentos.

Sabem, no íntimo que não podem esquivar-se dessa lei. Não podem escapar e, por isso, temem... e tremem só de pensar nas conseqüências de seus atos que tão freqüentemente têm contrariado essas Leis.

 

Para fins didáticos, é necessário esclarecer que, embora todas as religiões tenham sua expressão das chamadas Leis de Deus para a esfera das ações humanas, no Ocidente, é suficiente conhecer as disposições do decálogo mosaico ou seja, os 10 mandamentos que estão no Livro do Êxodo, antigo Testamento da Bíblia judaico-cristã.

Em sua teimosia e infantilidade burra, doentia, tais pessoas agem como se desacreditar as Leis de Deus pudesse evitar o efeito de suas atitudes. Esperam ardentemente que essa descrença anule as Leis e sirva de esconderijo. Isso porque apesar de saberem bem que têm violado as Leis, não conseguem mais evitar a repetição de seus erros e protelam corrigir-se, deixam "isso", a mudança na rota de suas vidas, para um amanhã que nunca chega.

O homem pós-moderno quer, teimosamente continuar errando porque os erros tornaram-se vícios em suas vidas. Estão enjaulados nos erros, escravos, em uma situação tão triste que preferem não reconhecer. Assim, mentem para si mesmos dizendo que os erros proporcionam-lhes prazer e felicidade mas tudo o que têm é alienação voluntária.

 

O horror à Verdade faz com que esses condenados mergulhem cada vez mais nas práticas dos Erros. Eles pressentem que um só instante de sobriedade revelaria ao seu entendimento o quanto já estão comprometidos com os resultados de décadas vividas em meio aos abusos e violações da Lei.

Não. Não temem um Deus que castiga. Isso não existe. Um Deus vingador. Isso, também não existe.Temem a ordem natural do Universo, temem as Leis da Natureza como um criminoso teme cair nas mãos da polícia. Temem a Justiça Natural porque essa justiça está comprometida com restabelecimento do equilíbrio, um processo que exige consertar todas regras quebradas, refazer um caminho equivocado.

Os Homens sabem disso; sabem que refazer e consertar e/ou compensar tudo o que danificaram, no mundo, nos outros e em si mesmos será um longo e doloroso processo. Um processo que os teólogos chamam de arrependimento e penitência, expressões que podem ser traduzidas como reconhecimento dos erros e ações reparadoras. Implica renúncia, dor, sofrimento.

Tudo que os que Homens mais temem. Fugir desse processo que os apanhará, mais cedo ou mais tarde, é a expressão do grande medo. E isso se chama covardia. Fraqueza de caráter. Somente os fortes reconhecem os próprios erros e se dispõem a arcar com tudo o que decorre desse reconhecimento. Meditemos...

 

* De onde eu tirei essas idéias? Eu vivi essas coisas.

 

        

 

 

 


OS DEZ MANDAMENTOS

1º - Amar a Deus sobre todas as coisas.


2º - Não usar o nome de Deus em vão.


3º - Guardar domingos e festas. (conceder-se um dia de descanso na semana)


4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).


5º - Não matarás.


6º - Guardar castidade nas palavras e nas obras.


7º - Não roube. (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).


8º - Não levantar falsos testemunhos.


9º - Não cobiçar a mulher do próximo.


10º- Não cobiçar cobiçar coisa alguma de ninguém.

 



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