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15/03/2006
Exobiologia
OS GOLFINHOS DE JÚPITER

FONTE
Dolphins speak the language of creatures living on Jupiter?
IN PRAVDA ENGLISH - RU, publicado em 10/03/2006

trad. Lygia Cabus, 2006

 

       

 


 

Os golfinhos têm muitos pontos em comum com os homens além da linguagem: alcançam a maturidade com a mesma idade dos jovens humanos, são muito sociáveis, vivem em famílias e possuem memória cumulativa bastante desenvolvida.

 

Há alguns anos atrás a sonda espacial Galileo, da NASA, detectou movimento sob uma densa camada de gelo em Europa, uma das luas de Júpiter, quinto planeta do sistema solar. Na ocasião, a sonda estava a uma altitude de 400 quilômetros de distância e o movimento era produzido por uma massa de água em estado líquido.

 

Esta já teria sido uma grande descoberta porém não foi apenas movimento que a sonda descobriu; os sensores acústicos captaram também sons agudos, semelhantes a assobios que vinham do mesmo local. A NASA vinha mantendo em sigilo esta informação e somente agora os detalhes da Galileo Interestellar Mission estão aparecendo.

 

O astrônomo do Kennedy Space Center, Simon Clark, comenta: "Os cientistas estão muito espantados com o resultado da análise computadorizada dos sons. A freqüência captada, proveniente do oceano subglacial de Europa é extremamente semelhante à freqüência dos sons produzidos pelos golfinhos que habitam os mares das Terra. A margem de erro é de 0,001% (uma para mil)." A descoberta da Galileo é particularmente interessante para Simon; ele é o autor de uma teoria segundo a qual os golfinhos seriam nativos de uma das luas de Júpiter.

A confirmação de que estes sons foram captados de uma fonte extraterrena, jupteriana, é um estímulo forte para as pesquisas, que há muito tempo vêm sendo realizadas, sobre a linguagem dos golfinhos. Outro cientista, Lawrence Doyle, do Instituto de Pesquisa da Inteligência Extraterrestre (Search for Extraterrestrial Intelligence Institute), considera as informações fornecidas pela sonda como evidência da origem cósmica da linguagem dos golfinhos.

 

Usando, o "método Zipf", (desenvolvido George Zipf, lingüista da Universidade de Harvard), uma técnica de análise baseada em conceitos matemáticos que consideram a recorrência e/ou repetição de expressões sonoras contidas em uma seqüência, os pesquisadores podem definir se tal seqüência é uma forma de linguagem (sinais ou signos organizados) ou apenas ruído caótico.

 

O método é usado na investigação da expressão sonora dos golfinhos, que emitem assobios agudos. Até agora, embora não tenham decifrado os sons, os cientistas já têm certeza de estes mamíferos aquáticos possuem, de fato, uma linguagem superior à dos chipamzés e muito próxima da lógica da comunicação humana.

 

 

 

À direita, embaixo: Júpiter. A seguir as luas jupterianas:

Io, Europa, Ganymedes e Callisto.

 

       

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 


 

 

 

 


 




      

 

edição: Sofä da Sala
EDs. janeiro 2006 | janeiro2012
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