HISTÓRIA & ARQUEOLOGIABLOG  SOFÄ DA SALA | BLOG BRAZIL WEIRD NEWS

 


       

 

 


 

 

 

história &arqueologia, mistérios, mundos perdidos

03/12/2006 ed. original | 19/10/2012, ed.  ampliada

A BIBLIOTECA DE OURO DO EQUADOR

traduções, pesquisa e texto: Lygia Cabus

 

       

 

 

DIR: Stan Hall (dir.) na expedição de 1976 - em busca da Biblioteca de Cristal.

ESQ.: A caverna de Tayos, uma das entradas para os subterrâneos do Equador.

 

Metal and Crystal Library é um sistema de túneis e cavernas situadas entre o Equador e o Peru que, segundo as tradições místicas, guarda um precioso tesouro de artefatos; entre eles, uma fantástica biblioteca de livros de pedra e tábuas de cristal. Uma das entradas para este labirinto seria Caverna de Los Tayos ou Cueva de Los Tayos.

 

A dúvida reside no fato de que a localização das cavernas e biblioteca em si mesma parecem ser um conhecimento proibido para o mundo, um segredo muito bem guardado e silenciado.

Em 1973, Erch von Daniken, autor de sucessos editoriais como Eram os deuses astronautas e Chariots of the Gods (Carruagens dos Deuses), afirmou que havia entrado em um sistema de túneis gigante no Equador cuja extensão atravessava todo o continente; certamente uma evidencia de que nossos ancestrais eram possuíam tecnologias de engenharia muito avançadas. Seriam extraterrestres? É o que Daniken vem perguntando há décadas.

 


 

Os Livros de Ouro do Equador: Sem metáforas.

No vídeo Padre Crespi Collection de Vladimir Kudin, Kiev ̶ Ucrânia

FONTE: YOUTUBE, postado em 29/07/2011 ̶ [http://youtu.be/6mRFkf6JXUw]

 


Estes subterrâneos abrigavam uma estrutura semelhante a uma casa onde havia uma biblioteca cujos livros eram feitos de metal. Hoje, aquela região do Equador, é habitada por nativos de cultura primitiva que não possuem linguagem escrita. Postula-se, então, que ali, no passado, viveu uma civilização muito antiga.
 


Janos ou Juan Moricz, aristocrata húngaro-argentino foi um dos primeiros a chamar a atenção para a maravilha arqueológica; ele dizia ter descoberto uma série de túneis no Equador que continham uma Metal library.

 

Em julho de 1969, Moricz falou sobre seu achado ao presidente equatoriano e recebeu uma concessão que garantia para ele, Moricz, o total controle da descoberta. O explorador comprometeu-se a apresentar registros fotográficos e testemunhas idôneas para comprovar a existência dos subterrâneos.

 

Em 1972, Moricz teve um encontro com von Daniken no qual revelou a que a entrada secreta para os túneis ficava em um labirinto. Aparentemente, Daniken jamais viu a biblioteca em si mesma; apenas o sistema de túneis e incluiu o relato desta aventura em seu livro The gold of Gods.

 

As passagens formam ângulos retos perfeitos; as vezes são estreitas; em outros trechos, larga. As paredes são lisas e parecem ser polidas. O teto é plano e, em alguns pontos, parece vitrificado... Moricz diz que essas passagens se estendem por milhas e milhas sob o solo do Equador e do Peru.

 

Porém, Moricz jamais revelou a localização exata de seu achado e levou a informação para o túmulo em 1991.


Em 1976, o pesquisador escocês Stanley ("Stan") Hall se interessou pela Biblioteca. Não pôde contar com a assistência de Moricz mas encontrou Petronio Jaramillo. Jaramillo tinha estado da Biblioteca em 1946, quando tinha 17 anos, guiado por um tio que obtivera a informação da população local, os Shuar.

A biblioteca consistia em largos livros de metal, cada um pesando cerca de 20 quilos, com ideogramas, figuras geométricas e outros caracteres, de escrita, impressos em um dos lados. Uma segunda biblioteca reunia pequenas tábuas de cristal polido, muito translúcido que também apresentavam incrustações.

 

Havia estátuas humanas e zoomórficas e portas de metal, coloridas e ornadas de pedras semi-preciosas, selando construções semelhantes a túmulos. Um sarcófago, esculpido em material também translúcido continha um esqueleto folheado a ouro de um homem de compleição física avantajada. IN The Quest For The Metal Library - Philip Coppens

 

 

 

A Pedra Atlante da Escócia

 

 

A "pedra de Newton", em Aberdeenshire, Escócia: uma serpente e os dois globos interligados. O mesmo motivo aparece na peça da antiga joalheria celta, como o brinco, à direita.

 

A "Pedra de Newton" é pequena, um pilar modesto em Aberdeenshire, Escócia. Em um dos lados, meio apagada, uma escrita antiga, no outro lado, uma serpente estilizada.

 

Muitos poderiam dizer que se trata de apenas mais uma pedra de marco escocês; entretanto, o pesquisador Stan Hall diz que "Newton" não é uma pedra comum. Antes, guarda o segredo de uma pré-história esquecida.

 

As gravações em sua superfície mostram o nascimento do planeta Júpiter depois de um choque de corpos celestes e mostram, por extensão, que havia uma testemunha dessa catástrofe planetária, alguém que poderia não ser humano.

Sentado em seu flat a beira-mar, em Edinburgh, Stan Hall fala de sua vida como engenheiro de construção antes de uma aventura no Equador que mudou sua vida para sempre.

 

Hall sentiu-se atraído pela América do Sul pelas histórias sobre uma fantástica biblioteca mítica, a biblioteca de ouro e cristal que, conta-se, existe, escondida em um complexo de túneis subterrâneos em algum lugar do Equador.

Em 1976 ele organizou uma expedição para tentar localizar a posição dessas cavernas extraordinárias. Não conseguiu mas ficou convencido que havia encontrado a cidade perdida de Atlantis:

 

"A palavra [Atlantis] vem de Atal e antis. Antis é o nome para os ANDES e Atal significa VELHO. A relação desse assunto com a "pedra de Newton" é complexa e envolve uma civilização do passado: a civilização Atlante.

Hall conheceu o trabalho de Juan Moricz - um húngaro que vivia no Equador e afirmava ter visitado a famosa biblioteca. Moricz acredita que a língua falada na América do Sul atualmente é corruptela do antigo mayar; a mesma linguagem poderia ser encontrada nas escritas suméria e assíria e a mesma linguagem dos Atlantes, que teriam espalhado seu idioma e cultura no Oriente depois da crise que os expulsou de seus territórios:

 

Depois de uma catástrofe interplanetária e cataclismos globais, a língua mayar sobreviveu nos Andes equatoriais, à esquerda do continente de Atl-Antis. Os atlantes atravessaram o Atlantico e o Pacífico para estabelecer uma federação mundial.

A leste, começando pelo Oriente Médio, os colonizadores da Atlântida deixaram sua marca entre "khatti-sars" (assírios); entre Hatti, ou hititas e, finalmente, entre os catti (cassitas).

 

A escrita em uma das faces da "pedra de Newton" seria em língua hitita e, em última instância, mayar dos atlantes. O conteúdo do texto e os desenhos contam, então, a história de uma das catástrofes que atingiram a Terra no passado: a instabilidade cósmica decorrente do choque de estrelas que originou os planetas Júpiter e saturno.

Os gregos contam que uma noite "as estrelas caíram"; as maiores civilizações históricas possuem relatos de uma grande catástrofe planetária. Entretanto, nada pode garantir que estes registros tão antigos, como a "pedra de Newton", tenham sido produzidos por humanos terráqueos. Seres de outros quadrantes do universo podem ter estado na Terra em épocas muito remotas.

 

Os ETs teriam, então, deixado o registro dos acontecimentos que testemunharam. A Biblioteca de ouro e cristal do Equador relaciona-se com esta hipótese, da colonização da Terra por seres alienígenas. A mítica Biblioteca é uma coleção de registros feitos matéria altamente durável: metal e cristal.

FONTE
MACLEAN,
Diane. Out of this world solution to a Scottish standing stone

HERITAGE SCOTSMAN - publicado em 28/11/2006
 

 

 

 



 

 



 

 





 

 

 


 

 

 




 



 

 

A COLEÇÃO DO PADRE CRESPI

 

As primeiras notícias sobre a Biblioteca de Cristal, que seria mais apropriadamente chamada de Biblioteca de Ouro e Prata (em virtude do material de que são feitas as peças conhecidas até agora), chegaram ao mundo civilizado através do padre salesiano, italiano de Torino,  Carlos Crespi Croci (1891-1982) que, em 1927, disposto a fundar uma Missão Cristã  para catequizar indígenas da floresta sul-americana, embrenhou-se na selva equatoriana em Morano-Santiago onde estabeleceu contato com os índios Shuares (alguns dos quais praticantes da "arte" de encolher de cabeças) das nações Coango e Jivaros.

 

Alguns desses nativos presentearam o padre Crespi com alguns de seus tesouros mais preciosos: estatuetas, lápides de pedra e lâminas metálicas cobertas de inscrições hieroglíficas. Quando questionados sobre a origem daquelas peças, os nativos contaram que haviam encontrado aquilo em cavernas subterrâneas.

 

 

 

Padre Carlos Crespi Croci (1891-1982), fotografado ao lado de algumas das impressionantes lâminas de metal da Biblioteca das Cavernas do Equador.

 

 

Aqui, pirâmides e inscrições em duas diferentes peças da coleção de Padre Crespi. Observe-se, a semelhança com a forma e a simbologia egípcia, do Sol representado no topo da pirâmide, atualmente, associado com o enigma do "Olho que Tudo Vê" da pirâmide maçônica.

 

Além disso, à direita, a figura de um elefante, um animal que parece deslocado no ambiente de uma selva Sul americana onde este animal, simplesmente, não existe, sugerindo a lembrança de uma cultura proveniente de outro Continente: Ásia ou, mais provavelmente, considerando os pontos em comum com o Egito, norte da África.

 

 

 

Além das fotografias,  existem na internet, vídeos que contam a História desse fascinante mistério, alguns deles, ciceroneados pelo próprio Padre Crespi, ainda vivo, mostrando pessoal mente sua coleção na qual podem ser vistos objetos no mínimo enigmáticos, como as figuras zoomórficas de que remetem sem nenhuma dúvida à cultura da nação Assíria, da Mesopotâmia (acima). Como este vídeo, Cueva de Los Tayos  ̶  The Crespi Project, postado YOUTUBE em 23/03/2008  ̶  [http://youtu.be/H0sxtOsXMqA] cujo original foi visivelmente produzido nos anos de 1970.

 

O religioso guardava tudo em sua paróquia ̶ Nossa Senhora Auxiliadora, que foi misteriosamente incendiada em 1962. Naquela ocasião e depois, durante a reconstrução da Igreja, muitos objetos foram destruídos, danificados ou, ainda, roubados por traficantes de tesouros arqueológicos.

 

Porém, existem fotografias dos objetos e algumas relíquias foram conservadas; outras passaram por restauração nas dependências da própria Igreja Maria Auxiliadora. Estas, hoje conhecidas como a Coleção do Padre Crespi, permanecem, todavia, inacessíveis ao público.

 

A época e procedência cultural desses objetos continua sendo um mistério. Padre Crespi jamais tentou classificá-las. Os motivos da gravuras, símbolos, seqüências que parecem ser uma escrita hieroglífica e seu significado não foi decifrado. São os registros de existência de um povo desconhecido da história e arqueologia.

 

 

DINOSSAUROS & ALIENÍGENAS

 

 

Se os homens de tempo algum jamais conviveram com dinossauros, como explicar essas figuras encontradas no Equador?

 

Em uma seqüência de três vídeos, produzidos por Vladimir Kudin, Kiev  ̶  Ucrânia, as peças provenientes da Biblioteca de Ouro do Equador são mostradas em uma seqüência comparativa com outros objetos e figuras monumentais arquitetônicas de diferentes povos pré-colombianos.

 

Não é preciso ser um especialista, um arqueólogo para observar a presença de figuras e signos que provam de forma inquestionável não somente o intercâmbio cultural entre a América Antiga e a Antiguidade Oriental, fato, por si só inexplicável para a ciência acadêmica, como também, registros espantosos da presença figuras de alienígenas e mais, de representações de animais, que não pertencem à fauna do continente americano como também, que não pertencem às Eras geológicas que normalmente são consideradas muito anteriores ao surgimento do homo sapiens no planeta: dinossauros. FONTE: YOUTUBE, postado em 29/07/2011  ̶   [http://youtu.be/6mRFkf6JXUw].

 

A SEQÜÊNCIA INTEIRA

 

1) http://www.youtube.com/watch?v=6mRFkf6JXUw
2) http://www.youtube.com/watch?v=_hSMy_AcQ3I
3) http://www.youtube.com/watch?v=uSNe8kqqF9Q

 

 

 

Figuras que podem facilmente ser identificadas como cosmonautas e não como mera fantasia da arte decorativa dos nativos sul-americanos. a primeira imagem à esquerda, é uma estátua do interior da caverna; as duas, à direita, pertencem à coleção do Padre Carlos Crespi. FONTE DAS IMAGENS: YOUTUBE, vídeo 3 da série produzida por Vladimir Kudin [http://www.youtube.com/watch?v=uSNe8kqqF9Q].

 

 

 

 

 

 

A CUEVA DE LOS TAYOS

 

A Cueva de Los Tayos localiza-se a aproximadamente 800 metros de altitude em uma área montanhosa irregular, na encosta norte da Cordilheira do Condor, onde fica a entrada conhecida para seus subterrâneos. Seu acesso consiste em um túnel vertical com diâmetro de dois metros na saída e 63 metros de profundidade.

Chegando ao fundo desse túnel, abre-se um labirinto de galerias mergulhados em absoluta escuridão com dimensões tão grandiosas que, dentro de algumas delas caberia com facilidade uma catedral.

 

 

O nome do lugar, Los Tayos, deve-se ao fato de que ali abrigam-se pássaros noturnos, quase cegos, chamados Tayos (Steatornis Caripensis), encontrados em outras cavernas da América do Sul.

 

 

 

Alguns naturalistas observando a presença desses pássaros nas diferentes cavernas do continente acreditam que pode haver uma conexão ou passagem subterrânea entre essas cavernas.

Os nativos Jivaros foram os primeiros exploradores de Los Tayos, onde caçam aqueles pássaros.

 

Os Jivaros foram, portanto, os primeiros a se deparar com os enigmas das Cuevas, como gigantescas pegadas gravadas em blocos de pedra que, por seu ângulo e simetria, sugerem uma origem artificial.
 

 

Além da numerosa quantidade de objetos encontrados nas cavernas, não somente pelos Jivaros nem os que pertencem à coleção de Padre Crespi mas, também, pelos expedicionários que lá estiveram em diferentes incursões desde o final da década de 1960, o interior das galerias fala por si mesmo, testemunhando a evidente presença de inteligência e ciências avançadas criando um ambiente que abrigou um povo misterioso em uma época extremamente recuada que remonta, segundo especialistas, mais de 10 mil anos, alcançando os remoto tempos achados de antediluvianos.

 

 

 

Porta de entrada construída com pedras ciclópicas

 

 

O interior de uma das galerias: entalhes, inscrições, estátuas.

 

 

Salões, portais, paredes decoradas: a mão do homem de uma civilização envolta em mistério

 

       

 

FONTES

 

GONZÁLES, Ricardo. El Enigma de Una Civilización Intraterrestre? IN Biblioteca Pleyades.

Acessado em 19/10/2012.

[http://www.bibliotecapleyades.net/arqueologia/cueva_tayos10.htm]

Priest Crespi (or Father Crespi), 2011. IN GOLD LIBRARY. Acessado em 19/10/2012. [http://www.goldlibrary.com/father_crespi.html]

The Crespi Collection. IN Biblioteca Pleyades. Acessado em 19/10/2012. [http://www.bibliotecapleyades.net/arqueologia/cueva_tayos02.htm]

VILARRUBIA MAUSO, Pablo. O Centro do Mundo. [trad. Ana Baraldi Holst].

IN WORLD'S OBSERVATORY. Publicado em 19/02/2008. Acessado em 19/10/2012.

[http://frankherles.wordpress.com/2008/02/19/o-centro-do-mundo/]

 

       

 


 




 

 

 

 


 





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