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mistérios, mundos perdidos

04/02/2007

los diquis
AS ESFERAS DA COSTA RICA

tradução: Carol Beck
In Los Diquis: Las Esferas de Costa Rica - BIBLIOTECA PLEYADES

LINK RELACIONADO: ATLANTES NA AMÉRICA

 

 

A esfera no jardim do Museu Nacional de San José: enigmaticamente simples. São cerca de trezentas esferas consideradas perfeitas;  são quase. Pesquisadores da University of Pennsylvania analisaram as esferas e concluíram que são 96% perfeitas.

 

 

Durante os anos quarenta, foram descobertas imponentes pedras curiosamente esféricas, de tamanhos distintos. Foi um acaso: uma companhia norte americana, a United Fruit Company, começou a explorar no delta do Diquis, ao sudoeste da Costa Rica, para ali introduzir uma plantação de bananas quando, ao iniciar os trabalhos de limpeza do bosque, preparando para o cultivo, uma equipe deparou-se com aquelas estranhas rochas.


Tamanhos

São de tamanhos variáveis. As menores têm somente uns poucos centímetros de diâmetro; as esferas maiores chegam a ter diâmetro superior a dois metros, chegando a pesar, estas últimas dezesseis toneladas. Foram modeladas [?] em pedras de granito Andesita e rocha sedimentária.

 

Acredita-se que as pedras foram transportadas pelo rio, a muitos quilômetros de distância, até a sua localização atual; este tipo de pedra não é encontrado no delta de Diquis. A maioria das esferas se encontra encravada em terreno arqueológico pré-colombiano; não há forma de saber se foram realizadas por estes  [povos pré-colombianos] ou por alguma outra cultura anterior a esta.


Investigações

Imediatamente depois de seu descobrimento, a arqueóloga Dóris Stone realizou uma série de investigações que falharam em apurar a datação das pedras, com que ferramentas foram tão perfeitamente realizadas e muito menos a origem delas.

 

Samuel K. Lothrop, especialista em civilizações indígenas e arqueólogo, se propôs revelar o enigma destas pedras esféricas, porém não pôde formular nenhuma teoria conclusiva.

 

Mais Recentemente, grupos de arqueólogos têm investigado com métodos mais modernos as esferas de Diquis, chegando à conclusão de que, estas, começaram ser feitas há mais de 3.000 anos.



Teorias

As antigas lendas diziam que em seu interior se escondiam pedras preciosas e ouro, sendo este "o fim" de muitas pedras: pessoas procuravam-nas e quebravam-nas, não achando nenhum tesouro em seu interior. As teorias em torno das esferas de pedra não chegaram a nenhum dado conclusivo, tal como muitas das investigações em torno de enigmas arqueogeológicos.

Alguns arqueólogos pensam que as pedras foram criadas pela antiga e bélica tribo dos Chibchas, utilizando prisioneiros de guerra como escravos para trabalhar as pedras, símbolo de poder entre grupos.

 

O tamanho das esferas era relacionado com o status de cada povo. Também existe a teoria da representação astronômica. Outra hipótese (divulgada pelo investigador Michael O'Reilly) identifica as pedras como possíveis cartas celestes com uma finalidade cerimonial ou como um calendário orientativo.

Em 1979 se encontraram uma dessas pedras em Guayabo de Turrialba (província de Cartago), a qual poderia ter tido a função de calendário de precisão e, junto ao uso de objetos astronômicos de pouca magnitude, dava detalhes do início dos solstícios, o maior dia do ano, e a duração da época das chuvas.

Outra teoria, nada convencional, formulada pelo antropólogo Ivan Zapp em seu livro A Atlântida na América, afirma que as pedras poderiam ser originárias da Atlântida, ilha continente desaparecida há 12.000 anos [datação, essa, controversa].

 

Apesar das autoridades arqueológicas não concordarem com a idéia dos Atlantes, o Internacional Biográfico Centre, mencionou Zapp, como um dos cientistas mais cotados do século XX.

Ivan Zapp descobriu com ajuda de Carlos Arara (comandante das linhas áreas da Costa Rica) e num atlas, comum a princípio, e depois do Mercador (Atlas que tem em conta a curvatura da terra), que as esferas são situadas em à distâncias regulares, não ao acaso, em distintas direções como marcadores de um mapa em grande escala.

 

   
 



 

 




 




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