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17/09/2012

QUANDO OS GOLFINHOS VIVIAM NA TERRA

tradução: Lygia Cabus

Dolphins used to look like humans and lived in Atlantis
PRAVDA/English, publicado em 25/10/2007
[http://english.pravda.ru/society/anomal/25-10-2007/99516-dolphins-0/]

 

 

Escultura mural. Parte do Monumento Lysikrates, em Atenas - Grécia - datada no ano 330 a.C. CLASSICAL ART RESEARCH CENTER/UK.

[http://www.beazley.ox.ac.uk/CGPrograms/Cast/ASP/Cast.asp?CastNo=A141i]

 

Pesquisadores em biologia e paleontologia acreditam que, em um passado remoto, os golfinhos foram animais terrestres. Estudos recentes de cientistas australianos sugerem que os golfinhos, no tempo em que eram mamíferos terrestres ou mesmo anfíbios, podem ser descendentes dos legendários Atlantes, habitantes da desaparecida ilha de Atlântida que, segundo Platão, foi engolida pelo mar há mais de 10 mil anos.



O biólogo Dr. Leslie Huskerway comenta: Não importa o quanto isso possa parecer estranho mas o fato é que os golfinhos, um dia, tiveram pernas e braços no lugar das nadadeiras. Eles viveram assim lado a lado com os povos da Idade da Pedra.

 

Na Melbourne University, a pesquisa comparada entre o DNA de seres humanos e de mamíferos marinhos mostra uma relação muito próxima entre as espécies. Golfinhos podem ter partilhado a Terra com humanos há 250 mil anos atrás.

As semelhanças genéticas entre cetáceos e homens aliadas ao alto desenvolvimento intelectual de golfinhos e mesmo de baleias é um dado que intriga os cientistas. O cérebro destes animais é muito maior que o cérebro humano e sua linguagem é extremamente complexa.

 

Porém, um dado realmente notável é a ligação emocional entre golfinhos e homens. Existem numerosos registros sobre golfinhos que salvaram humanos em apuros no mar; casos de naufrágio, afogamento etc..

 

 

No tempo em que viviam em terra, o desenvolvimento intelectual dos golfinhos foi, provavelmente, superior à da espécie humana da qual descendem os homens contemporâneos. Se esta for uma suposição verdadeira, a mítica Idade do Ouro pode ser vista sob uma nova luz. Esta Idade do Ouro, narrativa presente em várias culturas antigas, refere-se a época em que floresceu a grande civilização Atlante.

 

 

O neuro-fisiologista americano John Lilly tem conduzido envolvendo golfinhos por muitos anos, em seu laboratório em St. Thomas, uma ilhas Ilhas Virgens dos Estados Unidos. Lilly chegou à seguinte conclusão: os golfinhos foram as primeiras criaturas do planeta a estabelecer contato consciente com os seres humanos... [ainda que os seres humanos não se apercebam disso plenamente].

 

Isto porque, em razão das qualidades cerebrais daqueles cetáceos, sua habilidade de comunicação, expressão e entendimento é superior à mesma capacidade em qualquer outro animal, incluindo os primatas, como chimpanzés, cuja inteligência é muito inferior à dos golfinhos e ainda mais distante da do humanos.

 

Os cérebros de humanos e golfinhos parecem ser do mesmo tipo Lilly está convencido de que, em breve, o contato verbal e/ou lógico entre humanos e golfinhos será uma realidade estabelecida.

 

Os golfinhos não mais serão utilizados como cobaias de laboratório; antes, tornar-se-ão parceiros dos cientistas contribuindo significativamente para o progresso da ciência e, possivelmente, para o esclarecimento dos enigmas da evolução da inteligência sobre a terra.

 
 


 




 

 




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