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06/05/2012

A HISTÓRIA DE ZANA

FONTE: Bigfoot's Descendants Live Among Humans for Over 100 Years
IN Pravda English - publicado em 06/04/2010
[http://english.pravda.ru/science/mysteries/06-04-2010/112878-bigfoot-0]

Trad.Lygia Cabus

 

       
 

 

Em meados da década de de 1970, no vilarejo [pequena cidade] de Tkhina, no Abkhazian ou Republica de Abkhazia [costa leste do Mar Negro], foi encontrado, pela primeira vez na História de Criptozoologia, o crânio desta mítica criatura conhecida como Big-Foot ou Pé Grande.

 

Moradores antigos da região ainda lembram de indivíduos vivos da espécie. No local, também existe a dupla sepultura de uma mãe Pé-Grande e seu filho. Um calçado de borracha marcado com a data de 1888 foi tirado da sepultura da mulher. Havia outros Pés-Grandes que conviviam com as pessoas, como outra fêmea, chamada Zana que também ali tem seu túmulo.

 

A escavação foi conduzida por Igor Burtsev, jovem cientista e já proeminente personalidade da Criptozoologia no leste europeu. Burtsev passou muitos anos tentando obter o direito de investigar em Tkhina, onde Zana costumava viver. A autorização foi, finalmente, concedida.

 

 

Sobre Zana, o presidente do Conselho local de moradores, Apollon Dumava conta: Eu não vi Zana pessoalmente. Ela se foi 50 anos antes do meu nascimento. Porém, meus parentes mais velhos lembravam dela.

 

Como esquecer? Ela tinha mais de dois metros de altura, braços muito longos e fortes coberto de densa pelagem. carregava facilmente sacas com 10 quilos de grãos usando apenas uma das mãos. Mas seus quadris curvilíneos, apesar dos seios caídos, a testa lisa, os grandes olhos vermelhos, ela despertava o desejo dos homens. 

 

 

Mas apesar das relações aparentemente amigáveis com o povo do vilarejo, um dia Zana foi tocaiada e capturada em uma ravina do rio Adzyubzha. Ela foi caçada por um comerciante local. Não era tarefa fácil.

 

A Yeti sempre foi muito rápida e arguta. Mas a armadilha foi preparada. Uma cueca vermelha serviu de isca. Ela gostava de roupas e ao se aproximar da peça, enquanto tentava vesti-la, foi apanhada.  Este caçador foi quem deu a ela o nome Zana, porque zan significa negra na língua local.



Ela ficou presa em uma vala devidamente fechada com uma grade guarnecida com afiados troncos. Tornou-se atração para crianças que se divertiam atormentando-a, jogando paus e bolas de terra. Ela reagia, rosnava. Ela passou alguns anos ali sendo domesticada.

 

Quando o caçador achou seguro, ela foi transferida para uma cabana. Dormia no chão, em um nicho que mesma cavou no chão. Esta sempre sem roupas. Jamais aprendeu a usar colheres e pratos. Comia com as mãos. Também não aprendeu a falar, mas podia reconhecer o próprio nome. Ela sabia tirar as botas de seu captor e imitava perfeitamente o som do ranger do portão.
 


Porém, os homens são cruéis. Além de aprisionar a Yeti em condições de vida aviltantes, davam-lhe vinho e bebiam com ela. Agressivos, muitos homens mantiveram relações sexuais com a Yeti. Ela ficou grávida.

 

Seu primeiro filho era, portanto, um híbrido. Ela o levou a um riacho e banhou o bebê em água gelada. A criança morreu. O mesmo aconteceu com o segundo filho. Depois disso, o caçador tomou suas precauções e retirava os nascituros da mãe antes do banho gelado. O terceiro filho sobreviveu e foram quatro, ao todo, que vingaram [sobreviveram] desta forma, sob cuidados de aldeões: dois machos e duas fêmeas.   

 

 

Ninguém sabia quem eram os pais. Anos depois, durante um censo, a paternidade dos filhos da Yeti foi atribuída a um morador local, Kamshish Sabekia, que admitiu ter se relacionado com Zana várias vezes antes de se casar. [Como se isso amenizasse a aberração do sujeito].

 

Ainda há quem se lembre de um desses híbridos. Seu nome era Khvit. Alto, mais de dois metros, pele cinzenta, cabelos encaracolados e lábios grossos, herança genética de sua mãe. Ele viveu em Tkhina toda a sua vida e morreu em 1954, antes de completar 70 anos.   Ele não gostava das crianças, que entravam em seu jardim para roubar uvas e peras.



Certa ocasião, Khvit teve uma briga com um parente. O homem reagiu e golpeou Khvit com uma enxada atingindo-lhe o braço direito. Ferimento grave, o membro teve de ser amputado. Apollon recorda a imagem incrível daquela pessoa enorme, fortíssima, arando sua terra com um braço apenas. Khvit era um ser humano. Falava, casou-se duas vezes e teve duas filhas e um filho.

 

 

Uma das filhas, Abkhazia, morreu precocemente: eletrocutada, mas deixou um filho. Robert Kukubava que guarda um álbum com fotos da família. Khvit e uma de suas irmãs eram muito parecidos com Zana.

 

Já a filha mais velha de Khvit, neta de Zana, não se parece com avó exceto pelos olhos. A mais nova, Raisa e seu irmão Shuliko [filhos de Khvit, netos de Zana] conservaram mais os traços da raça: mandíbula baixa, maçãs do rosto salientes, lábios carnudos e pele escura.

Nos últimos 30 anos, Igor Burtsev encontrou quase todos os descendentes de Zana. Porém, ele ainda queria encontrar Zana, seus restos mortais, esqueleto, crânio. Há 35 anos atrás um crânio de fêmea foi recuperado no cemitério de Tkhin. Exames estabeleceram que o crânio pertencera a uma mulher negra que, de algum modo, chegou ao Cáucaso. Já o crânio de Khvit, também recuperado, era somente parcialmente humano. Meditemos...

 

       




 






 

 

 


 

 

 

 

 

 


 


 

 

 

 



 

       

 

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