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mistérios

06/05/2012

KROATOAN:

O MISTÉRIO DE ROANOKE,

A COLÔNIA DESAPARECIDA

por Lygia Cabus

 

      

 

 

Em 1585, 120 colonos aportaram na nordeste norte-americana (atual estado de Carolina do Norte) para ali estabelecer a primeira colônia inglesa no Novo Mundo. Poucos anos depois, em 1587, uma outra expedição enviada ao local deparou-se com um mistério que tem intrigado os historiadores há mais de 400 anos. A colônia  ̶  e todos os seus habitantes, tinha, simplesmente, desaparecido.

 

Sir Walter Raleight (1552-1618), tendo obtido uma carta régia (autorizando a colonzação) da rainha Elizabeth I (1533-1603),  patrocinou e organizou o empreendimento.

 

O primeiro passo da iniciativa foi enviar uma equipe exploratória para escolher um lugar apropriado. Esta missão foi liderada por Philiph Amadas e Arthur Barlowe, que escolheram os Outer Banks, uma faixa de ilhas que formam uma barreira ao largo da costa da Carolina do Norte, na costa leste dos Estados Unidos.

 

 

 

Lagoa de Pamlico. Uma aldeia Secotan, em Roanoke

 

 

Acreditavam que ali era um local estratégico para a defesa do assentamento contra possíveis ataques dos concorrentes espanhóis. A região, abrigando a grande bacia hidrográfica de Roanoke, que também é o nome de uma das ilhas do arquipélago de Outer Banks, era habitada por oito grupos de nativos entre os quais, neste caso, destacam-se os Secotans e os Croatoans (igualmente, nome de uma ilha).

 

Barlowe retornou à Inglaterra levando dois indígenas, Manteo e Wanchese, que foram capazes de descrever a geografia da área e a política dos povos nativos. Uma segunda viagem foi, então, organizada.

 

 

 

A PRIMEIRA EXPEDIÇÃO COLONIZADORA

 

Capitaneada por Sir Richard Grenville, reunindo, como colonos, apenas homens, pouco mais de uma centena, muitos, experientes combatentes de guerra, essa expedição saiu de Plymouth em 09 de abril de 1585 com uma pequena frota de cinco navios: o Tiger, o Red Lion, o Elizabeth, o Dorothy e o Roebuck. Na costa de Portugal o Tiger, justamente o que levava à bordo R. Grenville, perdeu-se dos outros, apanhado por uma forte tempestade.

 

Mas havia um plano: caso o corresse um incidente como aquele. Se fossem separados, os navios deveriam reencontrar-se Porto Rico. E para dirigiu-se o Tiger, onde chegou, na Baía de Muskito (Guayanilla Bay), em 11 de maio, onde, enquanto aguardava as outras naus, Grenville chegou a construir um forte.

 

Porém, Grenville partiu logo, menos de um mês depois, rumo ao destino final, abandonando o forte, cuja localização perdeu-se com o tempo. em julho, quatro dos navios frota reuniram-se e chegaram a Outer Banks: Tiger, Dorothy Elizabeth e Roebuck. O Red Lion, foi tomado por corsários salvando-se a tripulação.

 

Inicialmente, os pioneiros exploraram a costa continental e fizeram contato com indígenas locais da aldeia de Aquascogoc com os quais ocorreu um lamentável incidente.

 

 

UMA TAÇA DE PRATA

 

 

Nativos norte-americanos dançam durante uma cerimônia religiosa. A pintura é de Jonh White, que navegou até o Novo Mundo em busca de uma resposta para o desaparecimento da colônia. White esteve lá, em vão, duas vezes, em 1587 e em 1590.

 

 

Os índios foram acusados de roubar uma taça de prata. Em retaliação desproporcional, os ingleses saquearam a e incendiaram a aldeia. Este episódio foi registrado pelo escritor e cortesão inglês Richard Hakluyt com base em relato dos viajantes daquela expedição que retornaram ao reino.

Finalmente, Grenville resolveu estabelecer a colônia na extremidade norte da pequena ilha Roanoke, onde desembarcaram os colonos em 17 de agosto de 1585. Ali, Ralph Lane (1530-1603) e mais 107 homens, integrantes da expedição, construíram um forte e fizeram incursões de reconhecimento na região.

 

Grenville foi embora prometendo voltar no ano seguinte. Em abril de 1586 os colonos esperavam por Grenville que não retornou. Em junho daquele ano, o assentamento foi atacado pelos índios, revoltados com a destruição da aldeia Aquascogoc. Os colonos conseguiram repelir o assalto.

 

 

SIR FRANCIS DRAKE

 

Pouco depois, receberam a visita do famoso navegante e corsário autorizado pela coroa inglesa, Sir Francis Drake (1540-1596), que ali fez uma parada que vinha de uma bem sucedida incursão no Caribe. A essa altura, faltava tudo na nova colônia, alimentos e outros gêneros de primeira necessidade.

 

A chegada de Drake foi um alívio. Quando chegou a hora de partir, o corsário ofereceu levar alguns homens consigo de volta à Inglaterra e alguns, assim fizeram. Neste retorno, introduziram no Velho Mundo alguns produtos típicos da América do Norte que se tornaram bens de consumo cobiçados pelos europeus: tabaco, milho, batatas.

 

MISTÉRIO

 

Drake e sua tripulação foram, ao que se sabe, os últimos europeus a verem os colonos e pisarem na colônia. Pouco depois de sua partida Greenville chegou com seus homens porém, nada encontraram.

 

A colônia de Roanoke e toda a sua população tinham desaparecido e as instalações do forte, estavam em ruínas. Restava a Grenville retornar à Inglaterra porém, apesar do estranho desaparecimento, para que o empreendedor Raleigh não perdesse a concessão de exploração do território, foram deixados na ilha, no lugar onde o assentamento inicial fora estabelecido, 15 homens que, desta forma, asseguravam a condição de uma colonização em curso no local.

 

MAIS MISTÉRIO

 

 

Mapa mostrando a costa da Virgínia junto aos Outer Banks, com os territórios nativos de Secotan e Weapemeoc no continente, e a comunidade de Roanoake, numa ilha na foz de um rio. John White, 1590.

 

1587. Obstinado, Sir Walter Raleight mandou outro grupo de colonos. Eram 150 pessoas. Desta vez, o objetivo era erigir uma colônia na Baía de Chesapeake. Eram liderados por John White (1540-1593), amigo de Raleight que já tinha ido a Roanoke nas expedições anteriores.

 

A missão de White ia além de fundar um assentamento; a idéia de Raleight era fundar uma cidade, Raleight City. White seria o governador e contava com 12 assistentes para fazer seu trabalho.

Sua primeira parada seria, mais uma vez, em Roanoke, para resgatar os homens que Greenville havia deixado lá. Chegaram em 22 de julho (1587) porém, novamente, nada encontraram. Ninguém. Apenas um esqueleto... e nenhuma pista. Nenhum sinal do quê poderia ter acontecido.

O comandante da frota, Simon Fernandez, recusou aos colonos permissão para voltar aos navios e, ainda, contrariando o plano inicial de estabelecerem-se em Chesapeake, confrontando a autoridade de White, por motivos hoje desconhecidos, insistiu e conseguiu que todos permanecessem em Roanoke.

White ainda obteve um acordo de paz com os índios Croatoans mas outras tribos, hostilizaram os recém-chegados. Algum tempo depois, um dos colonos, George Howe, apareceu morto em Albermarle. Tinha ido sozinho capturar caranguejos.

 

 

 

 

Os ingleses começaram a temer por suas vidas e convenceram o governador White a retornar à Inglaterra e pedir ajuda. Lá ficaram cerca de 115 pessoas, inclusive Virgínia Dare, um bebê, neta de White, a primeira criança inglesa nascida no Novo Mundo.

 

Nesta época, a Inglaterra travava uma guerra marítima com a Espanha. A principal razão era, justamente, a soberania sobre as terras do Novo Mundo. Isso atrasou bastante tanto o retorno de White à Inglaterra e, mais ainda, sua volta à colônia.

 

Enfim, White desembarcou em Roanoke em 18 de agosto de 1590. Sua neta devia estar completando 3 anos de idade. Perplexos, White a tripulação e os novos colonos que vinham com ele encontraram o local completamente deserto.

 

Não havia nenhum vestígio de luta ou batalha. Casas e fortificações (paliçadas) não estavam destruídos, apenas decadentes, desmantelados pelas intempéries climáticas. Muitos objetos, inclusive artefatos de metal estavam lá, abandonados, cobertos pela vegetação.  Os 90 homens, 17 mulheres e 11 crianças tinham, simplesmente, desaparecido; mais uma vez. Entre eles, Virgínia Dare, a neta de White.

Por causa dos eventos anteriores, White tinha deixado uma instrução. Em caso de alguma adversidade, os assentados deveriam gravar uma Cruz de Malta em alguma árvore ou parede o que indicaria uma saída forçada ou ataque de indígenas. Nenhuma cruz foi achada.

 


Croatoan, um sinal, nenhuma explicação.


Todavia, White encontrou o que achou algo que poderia ser uma pista mas apesar das investigações possíveis, não se chegou a nenhuma conclusão que pudesse esclarecer o destino de todas aquelas pessoas. Entalhada em um poste da colônia estava escrita a palavra Croatoan e em uma árvore próxima, somente as iniciais "Cro"...

 

Isso levou o governador (de lugar nenhum) a pensar que seus conterrâneos tinham sido levados para a ilha de Croatoan (atualmente Hatteras Island, nome derivado da nação indígena Hattera) mas não contou com voluntários para realizar qualquer busca.

 

Primeiro, foi impedido por uma forte tempestade que se abateu na região; depois, seus homens, assustados, recusaram acompanhá-lo e, no dia seguinte, os ingleses foram embora. O mistério permaneceu sem resposta para sempre. Com o tempo, até a localização exata da colônia de Roanoke perdeu-se e até pouco tempo, ninguém sequer poderia dizer onde ficava assentamento.

 

HIPÓTESES

 

O destino dos colonos de Roanoke permanece sendo um mistério e, embora existam algumas hipóteses sobre o quê pode ter acontecido, nenhuma delas explica, o completo desaparecimento daquelas pessoas, não apenas em uma ocasião, mas em três situações diferentes. Os colonos da primeira expedição; os 15 homens deixados por Grenville quando deparou-se com o desaparecimento dos primeiros assentados e, finalmente, o sumiço daqueles que foram para lá conduzidos por John White.

 

 

A HIPÓTESE MAIS ACEITA é de uma absorção dos colonos por uma tribo local, possivelmente, os Croatoans (que, na verdade, chamavam a si mesmos de Tuscaroras; os ingleses chavama-nos croatoans).

 

Essa absorção poderia ter acontecido de duas formas: os colonos foram atacados, mortos e capturados pelos índios; ou, os colonos, sentindo-se abandonados e passando por sérias privações, teriam, voluntariamente  ̶  teriam procurado abrigo junto às aldeias ou aceito um generoso acolhimento por parte do nativos.

 

Ainda assim, é estranho que nenhuma indicação significativa tenha sido deixada pelos desaparecidos, em qualquer caso e igualmente estranha é ausência de qualquer vestígio esclarecedor nas três situações de desaparecimento.

 

 

Em The Lost Colony, Fact and Legend, os autores Frank Roy Johnson, Thomas C. Parramore, reproduzem um mapa desenhado por um certo Francis Nelson, em 1607. É o chamado Mapa Zuniga (acima)  ̶  onde existe uma anotação que informa a presença de quatro homens vestidos com roupas de colonos (de Roanoke) em Pakeriukinick, uma povoação de iroqueses (Iroquois).

 

 

 O mesmo livro refere-se a comentários que circulavam em Londres em 1609 sobre ingleses vivendo sob a tutela de um chefe índio, Gepanocan. Este cacique estaria mantendo sob sua proteção ou mesmo em cativeiro os quatro homens e, ainda, dois garotos e uma donzela.

 

 

LENDAS

 

Em 1885, nos Estados Unidos já como país independente, o deputado estadual Hamilton MacMillian publicou um artigo no Fayetteville Observer (um pequeno jornal diário publicado em Fayetteville) onde afirmava os colonos "desaparecidos" de Roanoke, carentes de tudo, desesperados, abandonados pela coroa inglesa, fizeram contato com os índios Tuscatoras (os croatoans) que, penalizados, persuadiram-nos a abandonarem a ilha e reunirem-se à tribo, no continente  ̶  na região onde, mais tarde, em 1787, foi fundado o Condado de Robeson (Carolina do Norte/NC).

 

 

OS LUMBEES. No século XVIII (anos de 1700) colonizadores europeus que exploravam as margens do Lumber river, Carolina do Norte, surpreenderam-se ao encontrar um grupo de nativos que falava inglês, vestiam-se como brancos e tinham uma etnia mista: alguns eram morenos enquanto outros tinham cabelos louros e olhos azuis. Uns tantos sabiam ler e diziam que deuses brancos tinham ensinado seus antepassados a magia de "falar em livros". Também conheciam o uísque. (HUDSON, 2010)

 

Lenda semelhante conta que muitos nativos do Condado de Person, também no estado de Carolina do Norte, são descendentes daqueles colonos ingleses. Pioneiros que chegaram mais tarde, ao encontrarem os indígenas pela primeira vez teriam observados que muitos indivíduos ali falavam inglês quase perfeito e eram cristãos. Muitos, pareciam miscigenados porque tinham características físicas de brancos europeus.

 

 

OUTRAS POSSIBILIDADES

 

Além da alternativa da integração, espontânea ou forçada com os nativos, existem ainda outras três hipóteses que, todavia, não explicam o completo desaparecimento dos colonos.

 

NAUFRÁGIO. A primeira especula que, ao menos o último grupo, aquele liderado por John White, resolveu retornar à Inglaterra por conta própria, utilizando as frágeis embarcações de que dispunham. Teriam sido vítimas de naufrágio sem sobreviventes em meio ao oceano Atlântico.

 

ESPANHÓIS. Outros, acreditam que os colonos foram, desde o começo, sistematicamente exterminados pelos rivais, espanhóis, que encarregaram-se de apagar qualquer vestígio de massacre nas três ocasiões.

 

 

SECA. A terceira possibilidade, considera que fatores climáticos dizimaram aqueles colonos. Uma grande e prolongada seca, a pior em 800 anos de história da região, teria exaurido seus recursos vitais em cada uma das tentativas de estabelecer os assentamentos.

 

Essa circunstância teria provocado a morte de parte da população pioneira e forçado os sobreviventes a migrarem para o continente, deixando a ilha, buscando abrigo em localidades favorecidas por clima mais ameno. Nestas circunstância, teriam se aproximado de nativos amigáveis e, com o tempo, foram absorvidos nestas comunidades indígenas.

 

ARQUEOLOGIA

 

 

Em 1998, Uma investigação arqueológica foi organizada pela East Carolina University. Uma equipe de cientistas e técnicos foi enviada à ilha de Roanoke ou Hatters Island.

 

Durante as escavações foram encontrados, 80 km distante de onde teria sido estabelecida a colônia: um anel de ouro com sinete inglês (acima), um mosquete de pederneira e dois farthings de cobre (moedas inglesas; cada uma valia 1/4 de 1 penny), todos objetos identificados e datados como sendo do século XVI (anos de 1500).

 

Os achados arqueológicos não revelam o quê aconteceu mas confirma: sim, eles não morreram na Colônia, antes, alguma coisa ou alguém fizeram três diferentes grupos de pessoas, em três diferentes ocasiões, desaparecer daquele assentamento deslocando todos ou, quem sabe, alguns sobreviventes, para outro lugar, longe dali.

 

Notícia: Tinta Invisível

NOVA INVESTIGAÇÃO REVELA

A LOCALIZAÇÃO DE ROANOKE,

A COLÔNIA QUE DESAPARECEU

trad.: L. Cabus

 

 

O Virginia Pars, detalhe do mapa elaborado por Sir John White onde foi traçada, com tinta invisível, a localização do assentamento de Roanoke onde seria erigida a Raileigh City, a futura capital daquela que deveria ser a primeira colônia britânica no Novo Mundo.

 

 

Ele tem 425 anos (em 2012). O Virgínia Pars é um mapa que foi elaborado por John White na década de 1580, o colonizador que teria sido o governador da colônia de Roanoke e futura Raleigh City, se o assentamento não tivesse desaparecido, misteriosamente, nas três vezes que foram feitas tentativas de estabelecer, na ilha do mesmo nome, uma povoação britânica. Apesar dos mapas, de forma intrigante, a localização da colônia jamais foi identificada com exatidão.

 

Recentemente, especialistas da Fundação First Colony e do Museu Britânico em Londres (proprietário do mapa desde 1866), depois de proceder a uma minuciosa análise do Virginia Pars, reuniram-se, na quinta-feira, 03 de maio (2012) no campus da University of North Carolina, em Chapel Hill para divulgar suas descobertas.

 

 

Aparentemente, o local onde era planejada a construção da capital da colônia, está, de fato, assinalado no velho mapa porém, até então, ninguém tinha visto a indicação por uma razão muito simples: estava traçada, como em um romance de piratas, com tinta invisível feita com o sumo de fruta cítrica, limão, uma prática comum em uma época na qual as informações geográficas podiam ser muito valiosas e, portanto, deviam ser mantidas em segredo. A tinta invisível também podia ser feita com urina.
 


Todavia, o segredo foi, enfim, revelado e o X marcando o local exato da colônia apareceu, em forma de losango, o que simboliza uma fortificação, um forte. A cautela foi extrema: além da tinta invisível, Sir White ainda colou, cuidadosamente, um fragmento de papel em cima do lugar assinalado.

 

White,que também era cartógrafo, pintor, desenhista, além de mapas, fez numerosas ilustrações documentando a chegada das expedições das quais participou, cenas da vida na colônia, aldeias indígenas e figuras de nativos. estes desenhos, mapas e pinturas foram fundamentais para manter a disposição da rainha em manter os termos da carta régia que concedia a Raleigh o direito de explorar aqueles territórios.

 

      

 

FONTES

 

Ancient map gives clue to fate of 'Lost Colony'.

IN Telegraph/UK, publicado em 04/05/2012.

 

[http://www.telegraph.co.uk/science/science- news/9244947/Ancient-map-gives-clue-to-fate-of-Lost-Colony.html]

 

WIKIPEDIA/Eng. Roanoke Colony. Acessado em 07/05/2012. [http://en.wikipedia.org/wiki/Roanoke_Colony]

 

WIKIPEDIA/Pt. COLÔNIA DE ROANOKE. Acessado em 07/05/2012. [http://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nia_de_Roanoke]

 

TOMLINSON, Simon. Is this Walter Raleigh’s 'lost colony' drawn in invisible ink? Clue to 400-year-old mystery discovered in map of North America.

DAILY MAIL/UK, publicado em 03/05/2012.

[http://www.dailymail.co.uk/news/article-2138832/Is-Walter-Raleigh-s-lost-colony-drawn-invisible-ink-Clue-400-year-old-mystery-discovered-map-North-America.html?ITO=1490]

 

HUDSON, Cullan. Lumbees, Melungeons, and the Mystery of the 'White Indians'. STRANGE STATE, publicado em 13/06/2010. Acessado em 07/05/2012. [http://strangestate.blogspot.com.br/2010/06/lumbees-melungeons-and-mystery-of-white.html]

 

 

 

 

 

 


 




 

      


 

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