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mundos perdidos, mistérios

13/03/2007
SOBRE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

Before Recorded History:

The Civilizations Lost in Time

In THOTHWEB (out of net)

Trad. Lygia Cabus

 

 

 

Derinkuyu é uma das 37 cidades subterrâneas abandonadas da região da Capadócia, Anatólia Central, Turquia. Seu nome significa "poço profundo" e acredita-se que tenha sido ocupada no século VII (anos 600 d.C.) como refúgios das freqüentes invasões sofridas pela Capadócia. Entretanto, a cidade subterrânea parece ser muito mais antiga.

 

Especula-se que o primeiro nível tenha sido escavado pelos Hititas. As escavações arqueológicas começaram em 1963 e já alcançaram aos 40m de profundidade revelando a existência de 18 a 20 níveis abaixo do solo. No interior da cidade existem estábulos, refeitórios, santuários, cozinhas, prensas para fabricação de vinho, adegas, cisternas de água e áreas residenciais.

 

Foram encontrados 52 dutos de ventilação. Estima-se que estas instalações eram suficientes para abrigar 100 mil pessoas. Um túnel com 8km de largura conduz até outra cidade subterrânea: Kaymakli.

 

Evidências de civilizações avançadas, que existiram na Terra em passado remotíssimo, são encontradas em toda parte do mundo. Juntos, estes remanescentes da "história que História desconhece" começam a desenhar um novo quadro sobre as evoluções da Inteligência no planeta.

Atualmente, existem muitos pesquisadores respeitáveis que teorizam sobre a existência pretérita de sociedades mais avançadas que as clássicas "tribos nômades" da Pré-história e da Antiguidade; ao contrário defendem a tese de que existiu uma rede de grandes cidades que a ciência insiste em subestimar.

Muitas destas cidades foram e/ou têm sido descobertas no fundo do mar reforçando a idéia de que, uma grande catástrofe, que ficou mundialmente conhecida como "o Dilúvio", extinguiu uma grande civilização disseminada a nível mundial. O dilúvio é contado e recontado, em escrituras antigas e em tradições orais; entre povos primitivos e povos desenvolvidos; entre habitantes de ilhas e continentes, de planícies, montanhas e litoral.

 

 

Glaciação

Os cientistas acreditam que o fim da última "Idade do Gelo" aconteceu há 13 mil anos, [no entanto nada impede que este fim ainda esteja em curso, no presente; vide notícias atuais sobre elevação do nível dos mares].

 

Naquela época, o nível dos mares pode ter subido até 122m (400 feet!). Isso significa que muitas cidades, localizadas em diferentes lugares do mundo, foram, certamente, engolidas pelo oceano num período de tempo relativamente curto.

 

 

Para se ter uma idéia do impacto socio-ambiental desse fenômeno natural, considere-se que hoje, se o nível dos mares subisse 3,5m (10 feet), grandes áreas de terras litorâneas ficariam debaixo d'água; cidades como Londres, estados inteiros como a Flórida, países como a Holanda.

 

Quando mitos mundiais insistem na ocorrência de um grande "Dilúvio" é prudente pensar se estas tradições, tão recorrentes, não são recordações verdadeiras de um acontecimento passado que serve para advertir quanto aos perigos que aguardam a humanidade no futuro. Platão conta que a Atlântida submergiu em uma noite e um dia de cataclismo.

 

Até onde o relato platônico é ficção ou exagero? Para desvendar este mistério é preciso descobrir o que aconteceu com as três maiores cidades submersas do mundo: Yonaguni [Japão-Pacífico], as ruínas do Canal de Yucatan (em Cuba) e Dwaraka, em Cambay ― costa da Índia.

 

 

Yonaguni

 

 

 

Em 1985, imponentes ruínas de uma cidade submersa foram descobertas, por acaso, por um mergulhador, no Japão. Yonaguni, aparentemente, é uma cidade desenvolvida que se estende por 311 milhas e inclui 8 áreas diferentes com edificações que têm estilo familiar aos historiadores; estradas, ruas pavimentadas, santuários. Os arqueólogos não têm a menor idéia de quem construiu a cidade mas estimam sua idade em 8 mil anos.

 

Os cientistas convencionais se recusam a admitir essa edificação como obra de mãos humanas mas o profº Masaaki Kimura, geólogo marinho da Universidade de Ryukyus, em Okinawa, que estuda as ruínas há anos, pensa de outra maneira e diz que se Yanaguni fosse resultado de erosão escombros de blocos caídos seriam encontrados no fundo do mar, o quê não ocorre. Kimura acrescenta que as estruturas monumentais de Yonaguni teriam exigido um alto grau de tecnologia de construção sugerindo a existência de uma sociedade avançada.

 

LINK: Yonaguni: Sinais da Lemúria no mar do Japão

 

 

Cuba

 

Em Cuba, na costa de Guanahacabibes, na área do mar da Bahamas, no canal de Yucatan, existe uma cidade que repousa no fundo das águas. A oceanógrafa russa-canadense Paulina Zelitsky e sua equipe têm usado sonares de alta tecnologia para revelar as imagens de estruturas de pedra simetricamente ordenadas. São as ruínas de uma cidade desenvolvida ocupando uma área de 20km² e, como Yaonaguni, possui estradas, pirâmides e outras grandes edificações.

 

O filme obtido por um robô explorador confirmou a presença de volumosos blocos de pedra aplainada, com aparência de granito cortado. Construções em forma de pirâmide e outras ainda, circulares foram identificadas.

 

Os pesquisadores acreditam que a descoberta pode ter mais de 6 mil anos. Estudiosos sugerem que a cidade pode ter integrado uma série de comunidades pré-históricas relacionadas à chamada Bimini Road (Estrada Bimini ou Caminho de Bimini), uma estrada pavimentada com pedra calcária descoberta no leito do mar da costa de Bimini em 1968.

 

Pouca coisa se sabe sobre a cidade submersa de Cuba e até 2001 não havia nenhum registro histórico que fizesse qualquer menção a este lugar ou a uma civilização que ali tenha existido.

 

 





 




 



 

Índia

 

 

Também na Índia há evidências de que uma cidade perdida se esconde nas águas na região de Cambay. No épico hindu Mahabaratha há referências à cidade de Dwaraka, a pátria de Krishna e a descoberta das ruínas mostra que a tradição não é um mito.  A esplêndida cidade, citada nas lendas submergiu a milhares de anos, provavelmente como resultado de uma catástrofe natural, como um terremoto, que pode ter ocorrido há 10 milênios.

 

Link: DWARAKA. A Cidade Dourada  de  Krishna

 

 

 

Desastre Natural ou Interferência Humana?

 

A constatação de existem cidades muito antigas submersas em, ao menos, três lugares da Terra (Japão,Cuba, Índia, sem falar de ruínas menos impressionantes, como a cidade submersa de Nal Madol - link) não prova que as sociedades ali estabelecidas dispusessem de tecnologias sofisticadas.

 

 Também não há, por enquanto, qualquer indicação do que pode ter causado a catastrófica submersão. Porém, estas cidades do fundo do mar demonstram a necessidade de uma profunda revisão das linhas de tempo da História.

 

 

Registros de combates aéreos em guerras sangrentas, históricos e lendários, são numerosos ao redor do mundo: da Índia à África, nas Américas, há indicações objetivas de que os povos antigos conheceram veículos voadores.

 

Textos  como o Ramayana  e Dona Parva (hindus) falam de máquinas que voavam, os conhecidos Vimanas, impulsionados por mercúrio e capazes de transportar pessoas a longas distâncias rapidamente. No Egito e na América, modelos de aeronaves feitos de madeira e ouro têm sido descobertos e já não são considerados mero devaneio artístico, antes, seriam representações da realidade.

 

 

 

Mistério do Vidro Verde

 

Em várias partes do mundo, como o vale do Eufrates, nos desertos de Gobi e Saara, Iraque, Escócia, Egito e Turquia, traços de uma camada de de vidro verde fundido têm sido encontrados muitos metros abaixo da superfície do solo.

 

Os geólogos dizem que este fenômeno acontece quando areias e rochas são submetidas a temperaturas muito altas, em torno 1.800°C. A opiniões sobre o vidro verde são divididas: alguns acham que foram explosões nucleares de u ma guerra mundial; outros, opinam que foi a queda de meteoritos que produziu a fusão do solo em diferentes regiões do planeta.

 

 

Entretanto, a idéia de uma guerra atômica no passado parece ter mais sentido posto que os lugares onde o vidro verde tem sido achado não têm crateras, típicos sinais da queda de corpos celestes. Em qualquer dos dois caos os efeitos sobre a vida seriam devastadores.

 

No vale do Eufrates arqueólogos descobriram o vidro sob ruínas de 8 mil anos, obtendo assim a época aproximada de formação da pedra. No Egito, o achado é bastante significativo. Ali, a rocha vítrea é usada na confecção de amuletos funerários que foram encontrados na tumba de Tutankamon.

 

O vidro é proveniente de uma região do Egito chamada de Mar de Areia e não há cratera que indique impacto de meteoro. Os cientistas também encontraram depósitos de urânio que aparentam ter sofrido mineração.

 

 

Na Índia, quando as ruínas de Mohenjo Daro e Harappa foram escavadas, uma antiga cidade foi descoberta. Aparentemente, foi destruída por uma explosão nuclear entre 8 e 12 mil anos atrás.

 

Além dos edifícios destruídos provavelmente cerca de meio milhão de pessoas morreram. Altos níveis de radioatividade foram detectados em esqueletos, muitos deles, de pessoas que foram fulminadas na rua, indício de uma catástrofe súbita que exclui causas naturais.

 

 

 

Também na Escócia, na França, Turquia etc., cidades antigas tiveram suas paredes de pedra vitrificadas, literalmente, ou seja, as rochas entraram em fusão como no processo que produz o vidro. Não existe uma explicação natural para estes fenômenos, verificados em lugares distantes entre si, a não ser as explosões atômicas.

 

No caso da Índia, existe a evidência documentada de que ali ocorreu uma guerra nuclear. Nos templos mais antigos revelados em Harappa, o arqueólogo Francis Taylor traduziu uma gravura que relata a história de como as pessoas rezavam para serem poupadas da"grande luz" que vinha para destruí-los.

 

A "grande luz" é uma expressão ambígua que pode se referir tanto a um meteoro quanto a uma explosão. Entretanto, no épico Mahabaratha acrescenta um testemunho de peso que fortalece a hipótese de uma guerra:

 

 

... era um simples projétil...
carregado com a força do Universo
Uma coluna incandescente de fumaça e chamas
que brilhava como milhares de sóis
elevando-se em todo o esplendor
Era uma guerra desconhecida
[como ninguém jamais viu]
Trovões e raios de ferro
Uma gigantesca mensagem de morte
que reduziu a cinzas
toda a raça dos Vrishnis e dos Andhakas
Os cadáveres, queimados,
eram irreconhecíveis
sem cabelos, sem unhas
e as cerâmicas quebradas sem motivo
Os pássaros ficaram brancos
e, em poucas horas,
toda a comida estava envenenada
Tentando escapar desse fogo
os guerreiros atiravam-se no rio
tentando salvar a si mesmos e às suas armas...

 

 

 

Curiosamente, na Capadócia ― Turquia, existem duas enormes cidades subterrâneas: Denrikuyu e Kaimakli, ambas possuindo entre 8 e 10 níveis abaixo do solo.

 

Os construtores destas cidades são um mistério mas a comunidade que ali habitou foi bastante sofisticada e dispunha de amenidades, como centro comercial e um sistema de ar condicionado em toda a extensão dos subterrâneos. Há milhares de aposentos, dormitórios equipados com camas esculpidas na rocha, cozinhas, depósitos e dependências para abrigar animais.

 

Evidentemente, uma civilização desconhecida da história contemporânea existiu; uma sociedade organizada habitou estas cidades mas  a questão que intriga é: por quê razão todo um povo escolheu ou precisou morar no subsolo (?). Possivelmente assim procederam porque a superfície tornou-se inabitável. [Meditemos...]

 

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