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ciência, mistério, mundos perdidos, realidade fantástica

31/03/2007

GOBI

QUANDO O DESERTO ERA MAR

traduções:  Lygia Cabus

 

      

 

 

Uma bolha gigante de água do tamanho do oceano Ártico foi descoberta centenas de quilômetros abaixo (entre 700 e 1,400 km de profundidade, no subterrâneo) do leste da Ásia. Os pesquisadores descobriram o "oceano" enquanto enquanto digitalizavam as informações sobre ondas sísmicas no interior da Terra.

A água está contida, permeando, como umidade, uma gigantesca estrutura rochosa. O chefe da pesquisa é cientista da Washington University, St Louis  ̶  Michael Wysession que trabalhou em parceria com seu aluno de pós-graduação Jesse Lawrence. Eles relatam sua descoberta em um estudo publicado pela American Geophysical Union. A zona úmida estende-se da Indonésia até o extremo norte da Rússia.
(NATIONAL GEOGRAPHIC, 2007)

 

 

Recentemente (no começo do terceiro milênio), um gigantesco mar subterrâneo foi descoberto no subsolo do leste asiático, situado entre 700 a 1.400 km abaixo da superfície. Tem o tamanho do oceano Ártico, ou seja, 1,5 vezes os Estados Unidos da América.

 

Cientistas acreditam que são águas remanescentes do antigo "mar de Gobi", que em um passado distante não era o atual deserto de Gobi. Ao contrário, a região abrigava um mar interior no centro do qual havia uma ilha maravilhosa.
 


Esta ilha é citada em um texto hindu que descreve a morada de um místico ser chamado Sunatkumara (ou Sanatkumara), termo que significa "Eternamente Jovem". Sanatkumara chegou à ilha do Gobi em sua carruagem, vindo dos céus. Estava acompanhado de outros, da mesma "raça".

 

Eram amigáveis com os humanos e instruíram as pessoas sobre variados assuntos, ajudando a melhorar suas vidas [processo de civilização]. O texto descreve a chegada:
 


Trovejando, vindo de inimagináveis alturas, entre chamas que brilhavam no céu como línguas de fogo, surgiu a carruagem dos Filhos do Fogo e dos Senhores da Chama, vindos de estrela resplandecente, pousaram na ilha Branca do deserto de Gobi e propagou-se no ar uma delicada fragrância de flores.

 

Relatos encontrados em escrituras sagradas da China e no tibetano Livro de Dzyan, contam que em um tempo remoto, muito antes de Adam e Heve (os bíblicos Adão e Eva) existiu uma terra habitada pelos verdadeiros Filhos de Deus, homens muito brancos, com os olhos azuis e os cabelos dourados, e eles descendiam do Céu.
 


Eles foram os "divinos instrutores da humanidade". Implantaram as numerosas artes da civilização que proporcionam aos homens valiosas facilidades na vida cotidiana; pois aqueles seres conheciam todas as coisas sobre "os céus e a terra".

 

Eles tinham controle total dos elementos água, fogo e ar. Diz a tradição que estes deuses se retiraram da vida entre os mortais depois de uma "guerra nos céus". A literatura védica registra: ...os homens da grande estrela branca chegaram à ilha, no deserto de Gobi, há 18 milhões 517 mil 842 anos antes de Cristo.

 

Eles habitaram na grande e bela ilha, localizada onde hoje é o deserto. Isso foi em uma época muito arcaica, em um passado tão distante que é difícil imaginar. Mas a Terra tem uma longa história.

 

A grande ilha do oceano de Gobi ficava ao norte da cordilheira dos Himalaias. Durante o último grande período glaciário, as águas do Gobi foram deslocadas e o mar desapareceu nas dunas.

 

Ainda existem muitos oásis lá, único resquício da massa de água que ocupava a região entre 250 a 65 milhões de anos ― quando muitos assentamentos humanos ocupavam suas praias. A retração das águas exterminou a cultura dos povos que viveram em Gobi e o tempo apagou quase que completamente sua lembrança dos anais históricos.

 

 

Mistério de Vidro
 

Outra tema fascinante relacionado ao deserto de Gobi é o mistério do vidro verde. Trata-se de uma formação de vidro fundido, geologicamente e historicamente inexplicável, encontrada em certos lugares da Terra.

 

Em 1952, arqueólogos em uma escavação, em Israel, descobriram uma camada de green glass - vidro verde submetido a fusão (e, portando, submetido a altíssimas temperaturas).

 

A camada tem menos de 1 cm de espessura mas cobre uma área de centenas de quilômetros quadrados. Cinco anos antes, camada semelhante tinha sido achada em estratos neolíticos de um sítio arqueológico sumério-babilônico, no sul Iraque. O mesmo fenômeno foi encontrado na Escócia e no deserto do Saara.

 

 

Um pequeno pedaço de vidro verde-amarelado, entalhado na forma de um escaravelho, ornamenta o famoso peitoral de Tutankamon, o faraó, e pode ser visto no Museu do Cairo, Egito. O vidro, conhecido como vidro-silica do deserto da Líbia, cobre uma área de 30x80 milhas, na fronteira da Líbia com o Egito, e é datado em 28,5 milhões de anos.

 

 

Uma extensa área da mesma formação vítrea existe em uma extensa região do deserto de Gobi, na Mongólia e, especialmente interessantes são as camadas de Sinkiang, nas imediações de um atual campo chinês de experiências atômicas.

 

Contudo, exames mostraram que  o vidro fundido encontrado ali não se originou de explosões atuais; ao contrário, formou-se eras e eras antes da China se tornar uma potência nuclear. Tudo isso parece comprovar que a sílica fundida de Gobi está desde um remotíssimo passado.

 

 

Entre 1908 e 1909, foram desenterradas ruínas em Khara Khoto, na província de Tangut, distante 300 km da famosa "rota da Seda". Trabalhando ali, em um sítio arqueológico, o arqueólogo russo Piotr K. Kozlov, encontrou um sarcófago com duas bem preservadas múmias de um rei e uma rainha desconhecidos.

 

Análises revelaram que o sarcófago tinha cerca de 10 mil anos de idade (12 d.C.). No mesmo local, nas mesmas ruínas, também existe uma parede vitrificada há 1 mil e 800 metros de profundidade. Existem muitos lugares do mundo onde há fortes indícios de uma guerra atômica que teria acontecido em tempos recuados. O deserto de Gobi é um deles.

 

      

 

LOVETT, Richard A. Huge Underground "Ocean" Found Beneath Asia.

National Geographic, publicado em 27/02/2007. Acessado em 23/07/2012. [http://news.nationalgeographic.com/news/2007/02/070227-ocean-asia.html]

Mystery of Desert Glass Still Unsolved.

IN UFOAREA (não acessível a não-assinantes)
publicado em 08/03/2007

 
 

 

 

 

 

 






 




 

 

 

 

 

 

 

 




      


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