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LENDAS DA PEDRA FILOSOFAL
   por ligiacabus@uol.com.br, julho de 2011

  [+] A PEDRA FILOSOFAL (o texto)

 

A Pedra Filosofal, sonho, mito, meta dos Alquimistas, é, geralmente, considerada como A Grande Obra, "obra" no sentido de um trabalho, um procedimento de laboratório a fim de obter certa substância que teria as extraordinárias propriedades de transformar metais ordinários em outro e permitir a obtenção do Elixir da Longa Vida, poção cujo nome é auto-explicativo.

 

Todavia, outra tradição reúne lendas que falam da Pedra Filosofal contexto diferente. Nesta tradição, a Pedra não é um objeto que pode ser obtido nem no mais sofisticado e avançado dos laboratórios, seja qual for a matéria, fórmula e equipamentos utilizados. Porque de acordo com este mito, a Pedra não é uma pode ser obtida, fabricada. Antes, A Pedra Filosofal é um objeto muitíssimo antigo e singular e que não tem origem, de modo algum, neste mundo.

 

Antigas lendas estabelecem relações pouco conhecidas entre essa Pedra, Lúcifer, Hermes Trimegisto e sua Tábua de Esmeralda e o não menos mítico Santo Graal, mistério cristão.

 

 

 

O Diadema de Lúcifer

 

 

Lúcifer, o mais belo dos anjos, aquele que via Deus face a face, usava uma tiara. Presente de seus divinos irmãos, uma  jóia confeccionada por sessenta mil anjos (GERENSTADT, 2002). Há  versões da lenda que definem a pedra como uma gema vermelha, um rubi, possivelmente.

 

Outras, admitem ser desconhecida a natureza da substância/elemento químico constitutivo da pedra da pedra. E ainda terceiros explicam a jóia do diadema de Lúcifer, mesmo sendo uma pedra preciosa, não pertence a este mundo, é do Céu, não da Terra, e quando caiu, tão grande era, que foi tal como tivesse ocorrido a queda de um meteorito.

 

No centro do diadema resplandecia uma esmeralda, ou assim parecia a faiscante pedra. Os anjos, em termos de estatura, são mais que gigantes comparados aos homens. E gigantesca, portanto, era a esmeralda da coroa de Lúcifer. Outras versões dizem que Lúcifer tinha essa pedra incrustada na própria testa.

 

 

Essa Esmeralda, assim como muitos elementos do ocultismo presentes em lendas e mitos, é um objeto repleto de significados simbólicos. O mais fascinante desses simbolismos talvez seja aquele que reconhece na Pedra o Terceiro Olho de Lúcifer (ou seja, um suporte físico, corpo, que abrigava as divinas faculdades – os poderes metafísicos de um anjo).

 

Era através dela que o Anjo projetava/exercia seu poder divino. Quando Lúcifer rebelou-se e foi derrotado por Miguel em combate celestial, arremessado no abismo da mais densa matéria, na Queda vertiginosa, a esmeralda, a pedra de Lúcifer partiu-se.

 

Alguns relatos, dizem, em dois pedaços. Outros, três. Todos concordam que um dos pedaços ficou preso na testa de Lúcifer que, desde então, não mais usufrui plenamente de seus poderes divinos. Sua visão espiritual ficou deformada e por isso, além de anjo rebelado e caído, tornou-se pervertido.

 

Já o que se perdeu na queda, fosse um ou dois pedaços ou, ainda mais que dois, este objeto ou objetos, pedras, caíram na Terra, no mundo humano e têm sido cobiçados por sábios e gananciosos pois conteriam o conhecimento do bem e do mal, conferindo extraordinário poder àquele que  possuir pedaço ou objeto confeccionado com um desses fragmentos e conseguir desvendar sua magia (PNG, 2010).

 

 

 

 

Objetos Mágicos

 

A análise dos relatos leva a crer que, de fato seriam dois os pedaços que se perderam no Abismo e cada um deles teve destino diferente. Há versões, porém que sustentam "vários pedaços" desta pedra caídas na Terra. Postula-se serem, ao menos dois, os objetos mágicos que foram feitos com partes da jóia do diadema de Lúcifer. Esses objetos são: 1. A Tábua de Esmeralda, legado de conhecimento do mítico Mestre ocultista Hermes Trimegisto;  2.  O Santo Graal – o Holy Grail, lendário cálice da tradição cristã.

 

 

 

A Tábua de Esmeralda

 

 

Em dos pedaços da esmeralda de Lúcifer Hermes Trimegisto teria gravado, usando um diamante, os segredos dos Universo. E esta é a Tábua de Esmeralda. Pedaço da gigantesca pedra, objeto extremamente poderoso. Seu paradeiro perdeu-se. Está em algum lugar deste planeta assim como outros possíveis fragmentos da jóia do anjo caído.

 

Foi assim que os Alquimistas começaram sua busca pela Lapis ex coelis, A Pedra Caída do Céu, a Pedra Filosofal, capaz de transformar o metal comum em ouro, homens em reis, iniciados em adeptos; capaz de transmutar a matéria, os seres humanos em espíritos, os anjos em demônios (PNG, 2010).

 

 

Históricas Lendas da Tábua de Esmeralda

 

A Tábua Esmeraldina é considerada o mais antigo registro escrito ou livro de conteúdo metafísico, religioso e ontológico, tratando mistérios e verdades da 1. condição humana, 2. da lógica [de uma lógica] do Universo e 3. da relação entre essas duas realidades. Sua origem é incerta. A Tábua pertence ao mundo e relatos sobre este objeto são conhecidos no Oriente e Ocidente desde tempos imemoriais.

 

Muito do que se diz da Tábua de Esmeralda encontra analogia ou similaridade no que conta respeito à uma suposta História do Santo Graal, inclusive sua localização, sempre incerta, passando de mão em mão ao longo de gerações.

 

No artigo, A Hyper-History of the Emerald Tablet, D. W. HAUCK explica que existe, até mesmo, uma versão que atribui a Adão a paternidade Hermes Trimegisto, a quem é, tradicionalmente, atribuída a autoria do petroglifo. As semelhanças entre o Graal e Tábua de Esmeralda começam aqui. Para alguns foi escrita pelos anjos (tal como teria sido forjado o Graal), para outros o próprio Deus confiou a Tábua à Adão como última herança dos dias de Paraíso.

De todo modo importa que o conteúdo da mensagem gravada na Tábua contém conhecimento e revelação de como a Humanidade pode se redimir do pecado original. Ocultistas judeus discordam da autoria, de Adão, dos anjos ou de Deus e atribuem-na a Set, o terceiro filho de Adão segundo a Bíblia "oficial" (ou segundo filho de Adão, em apócrifos que consideram Caim filho de adultério de Eva com Satan).

Depois de uma lacuna nas identidades dos possuidores do objeto, a Tábua aparece com Noé, à salvo, na Arca. Depois do Dilúvio, a patriarca teria escondido a Tábua Esmeraldina em uma caverna próxima à Hebron.

 

Ali teria sido descoberta por Sara, mulher de Abraão. A referência seguinte é Miriam, filha de Moisés, custodiando o objeto que foi, então, colocado, junto a outras relíquias santas (como a Torá, e mesmo as Tábuas da Lei, dos dos dez mandamentos), na Arca da Aliança, a original – cujo paradeiro permanece desconhecido até hoje (em 2011).

Porém não há consenso sobre esse assunto. O mistério é um atributo incorporado à mítica da Tábua de Esmeralda. Entre os pesquisadores ocultistas, as informações são desencontradas: a Tábua teria sido achada em uma câmara secreta sob a pirâmides de Quéops (Egito), pelo mítico Hermes, em uma época em torno 1350 a.C  (e não escrita por ele).

 

 

 

Hermes & A Tábua: Da Índia Para o Egito

 

 

 

 

O próprio Hermes, suposto autor da mensagem da Tábua, seria (algo aqui denominado) – antes, "discípulo da Tábua" e um transmissor de conhecimento mais antigo – pois outra lenda diz que o arcano filósofo, estando no Ceilão (atual Sri-Lanka, país insular do sudeste asiático, costa da Índia) – no século V a.C. – encontrou a Tábua escondida em uma caverna.

 

 

Estudando as inscrições na pedra alcançou o segredo de transitar entre o Céu e a Terra. Passou o resto de sua vida errante viajando, em países da Ásia e Oriente Médio. O conhecimento da Tábua deu-lhe o poder da cura (HAUCK).

 

Note-se que o Ceilão abriga tradições da mais antiga cultura indiana que remontam ao épico Ramayana, cenário de uma Índia de Reis, príncipes, deuses, semi-deuses e heróis. Hermes, teria então, levado a Tábua  Esmeraldina, da Índia da Antiga para o Egito.

 

 

No século XIII (anos 1200) o teólogo alemão Alberto Magno (teólogo alemão, 1193/1206 ?-1250) escreveu que a Tábua de Esmeralda foi encontrada por Alexandre, o Grande (356-323 a.C.) e/ou seus soldados, no Egito, em um túmulo, nas mãos de uma múmia que conquistador acreditou ser de Hermes Trimegisto. Alexandre teria providenciado a transcrição e tradução do sucinto texto escrito em baixo relevo (CARTY, 2007).

 

As muitas variações da lenda conservam umas tantas coisas em comum, misturam-se os destinos: do petroglifo esmeraldino e do Graal com o cenário de gruta, ou a pirâmide, o cadáver junto com a Tábua; a Tábua e o cálice na Arca da Aliança. Índia, Egito, Israel, Grécia. Uma herança noética, mística, percorrendo diferentes nações, mensagem resistente a tempo e espaço.

 

O objeto em si é descrito como uma placa retangular. Feita de esmeralda ou de um cristal verde, nela estão inscritos estranhos caracteres de um alfabeto que, vendo reproduções do suposto original crêem os lingüistas, seja um um sistema de escrita de origem fenícia. (HAUCK)

 

 

 

 

Santo Graal – O CÁLICE DE ESMERALDA

 

 

 

Sobre aquele pedaço de esmeralda perdido formou-se a aura lendária de mais de uma crença. Dentre as crenças destaca-se a idéia de que –  o ou um dos  –  fragmento (s) de rocha foi resgatado pelo anjo Miguel que com ele esculpiu uma taça e entregou o objeto a Adão.

 

 






 


 


 

 





 








 

 

 


 

 



 












 
 

 

Quando pecou, Adão foi despojado da peça mas a taça foi devolvida à Humanidade, ao terceiro filho do primeiro casal, Set, quando visitou a Paraíso (GERENSTADT, 2002 - p 38. *pdf). Este cálice feito de um só fragmento de uma pedra preciosa, seria, um dia, o Cálice Sagrado que recolheu o sangue jorrado do peito do Cristo Jesus em seus derradeiros momentos de suplício na cruz.


...Existe [uma tradição]
que singulariza esta taça...Sustenta que a taça já era especial antes mesmo de conter o sangue de Jesus simplesmente por ter sido feita a partir de uma enorme e pura esmeralda pendida da testa de Lúcifer.

 

Ao que parece, na luta entre os anjos rebeldes e os fiéis a Deus, a esmeralda depreendeu-se da coroa do anjo caído, Lúcifer, exatamente quando foi derrotado pelo arcanjo Miguel e enviado aos Infernos. Com essa esmeralda... ou parte dela, uma taça teria sido esculpida e foi entregue a Adão. A partir de então, passou por gerações de personagens bíblicos... (GONZÁLEZ, 2005).

 

 

O Graal... seria [a] esmeralda caída do diadema ou do próprio Lúcifer quando golpeado pelo anjo Miguel. Um anjo talhou com ela um copo ou vaso e o a obsequiou à Adão. Depois de sua "Caída" [de Adão], Set, que visitou brevemente o paraíso, o trouxe consigo para a Terra. Alguns a chamam Pedra da Luz e outros a relacionam com a ave Fênix.

(GERENSTADT, 2002 - p 38. *pdf).
[http://www.luzdegaia.org/downloads/livros/diversos/Avalon_e_o_Graal_H.Gerentadt.pdf]

 

 

  Sobre Melquisedeque 
e outros misteriosos mestres

 

 

 

 

 

Entre essas gerações de personagens bíblicos incluem-se, por exemplo, os patriarcas Noé e Abraão, os reis hebreus, da Israel da Antiguidade, Davi e seu filho e sucessor, Salomão. Uma longa trilha, de mão em mão, esta taça teria tido como último destino conhecido a guarda de José de Arimatéia, aquele que providenciou um "túmulo novo" para o Cristo crucificado. Eis outra lenda que sugere uma trajetória para o Graal através na posse de diferentes personagens bíblicos, do Antigo e Novo Testamento:

 

...uma fantástica batalha foi travada nos céus entre as hostes do Arcanjo Miguel e as legiões de Lúcifer. Num dos sangrentos combates, Miguel desfere um golpe mortal no anjo negro e da testa desse ser salta uma gigantesca esmeralda que cai na terra. Depois, em comemoração à vitória dos anjos de Deus, esculpem nessa maravilhosa pedra verde [ou com parte dela] um Cálice, símbolo da Liberdade e da Paz Divinas.

 

A partir de então (e sempre custodiado por Goros, os guardas pretorianos de Melquisedeck * ou Melquisedeque – ...esse cálice, o Santo Graal (do celta Gar−El, Pedra de Deus), empreende uma viagem mística e transcendental: Primeiro o recebe Abraão das próprias mãos do Gênio da Terra, que tem como morada um castelo em Jerusalém.

 

O Graal é a partir daí protegido pelos filhos de Israel; Moisés o leva consigo em seu êxodo, juntamente com as Tábuas da Lei e as Pedras da Torá (ou Tarô), na Arca da Aliança. A sagrada jóia prossegue viagem até chegar às mãos de Bélkis, a rainha de Sabá [ou Sheba], a qual submete o sábio Salomão a terríveis provas, antes de lhe entregar definitivamente o... Graal.

 

Com o tempo, após ser venerada no Templo de Salomão, passa a ser custodiada pelos essênios (do siríaco Essen, puro), ordem à qual pertencia Jesus e seus discípulos. ...Com essa mesma relíquia, o iniciado romano * (?) José de Arimatéia colheu algumas gotas que manaram das feridas de Cristo... Por se recusar em entregar as relíquias sagradas que estavam em seu poder, Arimatéia é encarcerado por muitos anos.

 

Após ser libertado, ele e sua esposa Susana empreendem uma viagem, orientada por um anjo, o qual lhes aparece numa noite e diz: “Esse cálice tem um grande poder porque se acha contido o sangue do Redentor do Mundo. Guardai−o lá”. O anjo então apontou um templo em Montserrat, na Catalunha − Espanha. ...Esse templo de Montserrat se encontra oculto, ...segundo certas tradições... na 4a. Dimensão. (IN ONAISSI)

* Existem significativas contradições entre pesquisadores sobre a linhagem, biografia, papel e destino de José de Arimatéia na saga do Cristo Jesus e na posterior propagação do  Cristianismo.

 

 

/

Encontro de Abraão com Melquisedeque,

por Dieric Bouts (1420-1475, pintor holandês).

 

 

* Melquisedeque: personagem quase mítico, transcendental e bíblico. Uma excentricidade no texto do Gênesis porque ali aparece pela primeira vez, no Antigo Testamento, sem  nenhuma referência genealógica, descrito sumariamente como Rei de Salém, reino ou cidade-estado não identificado, até hoje, por historiadores e arqueólogos. Todavia o texto atribui a este rei Melquisedeque o status extraordinário de ser "sacerdote do Deus Altíssimo", com a autoridade de abençoar o próprio patriarca Abraão (Gênesis, 14,17. Bíblia, 2005.)

 

 

O CÁLICE: ENTRE BÊNÇÃOS E MALDIÇÕES

 

Na visão de Max Heindel (1865-1919, ocultista dinamarquês – em obra de 1921), o Graal bem como qualquer objeto confeccionando com um pedaço que seja dessa esmeralda é e será sempre um objeto mágico e maldito. Heindel que considera a gema de Lúcifer como "a antítese da Pedra Filosofal":

 

 

A história conta como Lúcifer, quando lutou com o Arcanjo Miguel sobre o corpo de Moisés, perdeu a pedra mais preciosa de sua coroa. Ela caiu durante a luta. Esta linda e incomparável gema era uma esmeralda chamada "Exilir". Foi lançada ao abismo, mas foi recuperada pelos Anjos, e dela foi feito o cálice ou Santo Graal, que mais tarde foi usado para conter o Sangue Purificador que fluiu do lado do Salvador quando foi ferido pela lança do centurião. 

 

Esta pedra é a antítese da Pedra Filosofal. Tem o poder de atrair a paixão e gera o amor do sexo para sexo, que é o vício oposto ao amor casto e puro, simbolizado pela pedra branca apocalíptica, cujo final é o amor da alma para alma.  ...embora não percebido conscientemente, falamos também do ciúme, que é gerado pelo amor impuro, caracterizado como um monstro de olhos verdes. 

(HEINDEL, p 73. 1921)

 

 

A tese oposta supõe que o cálice tenha a virtude de transformar água, vinho comum e mesmo veneno em elixir da vida, curativo de todos os males, antídoto contra morte.  Esse poder seria próprio da pedra por sua origem divina.

 

Enquanto Lúcifer perdeu visão perfeita das coisas, tornando-se, deste modo, perverso, a parte da pedra que se perdeu teria suas qualidades originais: benéficas, re-generadora, conforme o significado, ocultista, da cor verde.

 

Essa tradição que relaciona o Santo Graal à jóia partida do diadema de Lúcifer implica aceitar que a sacralidade e/ou mágica do Graal pertence a uma linhagem histórica muito anterior ao Cristo Jesus. Todavia, desde sua origem, o Graal tinha aquele papel a cumprir: receber o sangue de Jesus Cristo na cena da Paixão.

 

Alguns dizem que o cálice foi usado durante a Última Ceia; outros, que recolheu o sangue e água que jorraram do peito do Messias ao fim do suplício no madeiro. Sagrado o sangue, mais sagrado e prodigioso tornou-se, assim, o Cálice de Esmeralda.

 

FONTES:


BÍBLIA SAGRADA
(edição claretiana). São Paulo: Ed.Ave Maria, 2005.

 

CIRLOT, Juan Eduardo. A dictionary of symbols. [Trad. do original em espanhol: Jack Sage. Dover Publications: Nova Iorque, 2002.

 

CARTY, Donald Gordon. The emerald tablet: And the Alchemy of Spiritual Transformation. Atlanta, Georgia: Personal Development Institute, 2007.
IN [[http://www.alchemystudy.net/library/Emerald_Tablet-Carty(plagiarized_from_Hauck's%20book).pdf]. Acessado em 26/07/2011.

 

GERENSTADT, H. Avalon e o Graal e outros mistérios Arthurianos. São Paulo: Madras, 2002.

 

GONZÁLEZ, José Gregório. Enigmas do Cristianismo. [Trad. Monalisa Neves]. São Paulo: Universo dos Livros, 2005.

 

HALL PALMER. Manly. The secret teatchings of all ages (1928). Forgotten Books, 2008

[http://www.sacred-texts.com/eso/sta/sta23.htm]

HAUCK, Dennis William. A hyper-history of the Emerald Tablet. [http://www.alchemylab.com/hyper_history.htm#Apollonius:
%20The%20Third%20Hermes]

 

HEINDEL, Max. Mistérios das Grandes Obras, 1921.

 [http://www.fraternidaderosacruz.org/mh_mdgo_port.pdf]

 

 

ONAISSI, Ali Mohamad. O Santo Graal IN O mundo subterrâneo * pdf. (sem data) [http://www.umanovaera.com/livros_recomendados/O_Mundo_Subterraneo.pdf]
Acessado em 19/07/2011

PNG, Neyp. Io Lionardo. Vol. I.  São Paulo: Ed biblioteca24horas, 2010. [Google Books]

 

RESSETTI RONEY, R.. A alquimia. [sem referências; http://veele.files.wordpress.com/2009/07/a-alquimia.pdf]

La esmeralda de Lucifer y el poder perdido. IN Esquina Mágica. [http://www.esquinamagica.com/articulosombras.php?id1=2&id2=21&idar=265]. Acesso em 14//07/2011

 

[http://media.noetic.org/uploads/files/S15_Intentions_Rippe_UnravelingTheSecret.pdf]

 

[http://www.sacred-texts.com/sro/rrm/rrm48.htm]

 

 

 



 

 

edição: Sofä da Sala

julho, 2011
ligiacabus@uol.com.br