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exobiologia | antropologia cósmica
Reptilianos: Nossos Ancestrais
tradução, pesquisa e adaptação: Ligia Cabús

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Cientistas Encontram Genes de Extraterrestre em DNA Humano

 

Esq.: Estátua de Anu, rei dos sumérios, pai de Enki e Enlil
Centro: representação das feições de um reptiliano segundo descrições.
Dir.: As estatuetas e outras representações de humanos com feições que lembram uma lagartixa ou uma serpente, como a figura acima, são características do sul da Mesopotâmia, produzidas no período histórico chamado de Período Ubaita, entre 4.000 e 5.000 a.C.. Essas peças são encontradas nas ruínas das cidades de Ur e Eridu. Arqueólogos e historiadores conservadores insistem em interpretar essas representações como expressão da fantasia criativa e "animista"  dos antigos. Outros cientistas, dotados de visão mais ampla ou desprovidos de pré-conceitos, admitem que as figuras reptilianos dos mesopotâmicos podem ser a imagem simples e real de criaturas que, de fato, existiam na época.
 

 

As lendas sobre uma arcaica Raça de Serpentes são tão antigas quanto a própria História da Humanidade. Os mitos falam de seres supra-humanos que vieram "dos Céus" e participaram da criação dos Homens ensinando ciências, partilhando conhecimentos, em princípio, proibidos, implantando ordem social, miscigenando-se com os terráqueos, observando e zelando o nosso desenvolvimento.

Estes seres, com aspecto reptiliano, não estavam sozinhos mas acompanhavam outros seres ainda mais evoluídos e/ou poderosos e que os antigos reconheciam como "deuses". Esses deuses-serpente [répteis] aparecem no contexto cultural-religioso das grandes civilizações: como os Mesopotâmicos da Suméria à Babilônia, Índia, China, Japão, México e América Central. Naqueles dias, dragões e serpentes significavam uma herança divina, sinal de realeza em muitos países asiáticos enquanto, no Ocidente, a serpente representava sabedoria e conhecimento [ciência objetiva]. O Caduceu, conhecida imagem de duas serpentes enroscadas em um bastão [conhecimento na mitologia antiga], até hoje é símbolo dos médicos e da medicina.

Atualmente, a Ufologia tem inúmeros relatos, muitos, confiáveis, de seres alienígenas capazes de exercer controle sobre a mente de que foram pessoas abduzidas e submetidas a procedimentos médicos. Estas testemunhas descrevem criaturas com feições de répteis: mãos semelhantes a garras dotadas de membranas, como em animais aquáticos, olhos largos de dourados com pupilas  verticais, pele escamosa com tonalidade marrom-esverdeada.

Nos dias atuais, tal como na antiguidade, esses não são os únicos. Os especialistas concordam que existe uma variedade de espécies envolvidas nas ocorrências de abdução: os Greys; os Nórdicos, altos e louros e com aspecto humano; os reptilianos ou Anunnaki, e os Híbridos, meio-humano, meio-alien, sugerindo que houve um cruzamento genético. Não está claro como cada tipo interage com o outro embora eles tenham sido, freqüentemente, vistos juntos.

 

O diretor de pesquisa sobre abdução do Mutual UFO Network [MUFON], uma das mais respeitadas organizações dedicadas ao estudo dos UFOs, psiquiatra e hipnoterapeuta John Carpenter trabalha investigando abduções desde 1980 e já analisou mais uma centena de casos. Em pelo menos 10 dos casos que Carpenter estudou os reptilianos são identificados como descrito acima:


"Essas criaturas reptilianas têm entre 1,82 a 1,90 m de altura, semelhantes a lagartixas, pele escamosa marrom-esverdeada os dedos membranados, quatro, em forma de garras. Seus rostos são parecem um cruzamento de homem e cobra marcados por um sulco no meio da face que vai da testa até o lugar das narinas".

 

 

     

 

Porém, além da aparência, o que há de mais assustador com esses aliens répteis é que são eles os protagonistas das abduções nas quais ocorre intercurso sexual com os abduzidos. Estudos preliminares indicam que os reptilianos estão presentes em apenas 20% dos casos reportados.

Sejam Greys, Nórdicos ou Reptilianos a "cena" das abduções é consistente; diferentes relatos entre centenas coincidem em detalhes: além de serem submetidos a procedimentos médicos os abduzidos recebem informações em forma de símbolos ou imagens cujo significado não é claro mas que se relaciona com o futuro da Terra e a ocorrência de grandes catástrofes.

Os alienígenas referem-se a si mesmos como Observadores ou Zeladores [Watchers], Guardiões da Raça Humana e de todos os seres vivos do planeta, procedentes de diferentes partes do Universo, incluindo outras Galáxias, vindos de "um lugar muito distante". Afirmam que, em um futuro não definido, desastres ecológicos colossais afetarão completamente os sistemas vitais. 

Homens e mulheres abduzidos, porém, mais freqüentemente, mulheres, foram conduzidos a instalações contendo centenas de tubos vítreos onde podiam ser vistos fetos híbridos em desenvolvimento, vivos, portanto. Também eram levadas a aposentos-enfermarias que abrigavam crianças híbridas de várias idades. Em alguns casos, uma criança era escolhida entre as  outras, levada até a abduzida e apresentada a ela como "filho [a] deles", [da humana abduzida com o alien].

Em uma sessão de hipnose, a vítima de abdução Beth Anderson Luca lembrou de um aviso que lhe foi dado pelos extraterrestres: "Os homens vão se tornar estéreis" por causa da poluição, do ambiente. Além disso, "existem bons e maus entre os Observadores" ─  é preciso saber distinguir. O caso de Luca tem sido investigado por mais de 20 anos. Entre os investigadores, Ray Fowler, autor do livro The Watchers.

 

Manuscritos do Mar Morto



Referências ao Guardiões-Observadores, anjos bons e maus e bebês híbridos são encontradas em muitos textos antigos, incluindo o Antigo Testamento no qual encontram-se relatos extraídos de registros ainda mais velhos, como o Livro de Enoch, um apócrifo, não incluído na Bíblia católica. O profeta Enoch é mencionado no Gênesis como filho de Caim e pai de Matusalém. Enoch teria sido, então um patriarca pré-diluviano que, assim como Noé, "caminhava com Deus" [Genesis 5:24; 6:9]. 

O Livro de Enoch é creditado a Enoch mas ninguém sabe quem é o seu autor ou autores. Porém o texto foi conservado pelos primitivos estudiosos do judaísmo e, certamente, influenciou aqueles que escreveram o Antigo Testamento. O Livro de Enoch é anterior ao Antigo Testamento. Partes do Livro de Enoch foram encontradas escritas em aramaico entre os documentos achados nas cavernas de Qumran [Manuscritos do Mar Morto] em 1947. Estiveram ali ocultas por mais dois mil anos; herança dos Essênios. Outra versão do Livro de Enoch foi encontrada na Etiópia.

De acordo com o texto em aramaico "Enoch foi a primeira criança dos homens [filho dos homens] nascida na Terra que tinha aprendido a escrita, a ciência e a sabedoria". Foi instruído pelos "anjos". No Livro dos Guardiões explica-se que os Guardiães são anjos que podem ser bons ou maus. Eram "agentes de Deus" que vieram a este mundo para instruir "os filhos dos homens" e instaurar a justiça e a harmonia na Terra. Todavia, alguns desses anjos praticaram o mal, usaram sua posição de mestres com malícia, pecaram: permitiram que o apetite sexual os dominasse. "Quando os maus Guardiães desceram [do céu] e contemplaram as filhas dos homens eles corromperam a si mesmos com elas; eles não puderam resistir à tentação".

Enoch subiu aos céu em sua forma física para testemunhar contra aqueles anjos que, assim, perderam as graças de Deus. Enoch disse a Deus que aqueles anjos "tinham se juntado às filhas dos homens de modo que se tornaram impuros". A punição para o pecado dos anjos rebeldes foi a destruição da Raça Humana, incluindo a espécie híbrida, fruto de miscigenação entre anjos e humanos. E foi assim que aconteceu o Dilúvio. Os anjos rebeldes, aprisionados pelos Arcanjos Michael [Miguel], Sariel, Rafael e Gabriel foram "arremessados" em um "abismo ardente".

 

Outra referência interessante aos Guardiões encontrada, também, entre os manuscritos do Mar Morto, somente tornou-se mais conhecida a partir de 1992, quando dois estudiosos da Bíblia, Robert Eisenman e Michael Wise, publicaram o livro The Dead Sea Scrolls Uncovered onde mencionam o Testamento de Amram, relatando a experiência pessoal de uma pessoa chamada Amram cuja alma estava sendo disputada por "um anjo e um demônio":

"Em minha visão, os Guardiões disputavam por minha causa. Eu perguntei a eles: "Quem são vocês?" - E eles responderam: "Nós somos aqueles a quem foi dado o poder de governar a raça humana. Qual de nós você escolhe para governar você?" Eu levantei meus olhos e reparei: um deles tinha terrível aparência, como uma serpente; sua capa colorida era, apesar disso, muito escura. Era como olhar uma víbora. Voltei-me para o outro e perguntei: "Esse Guardião, quem é ele?" e o outro respondeu: "...três são seus nomes são Belial, Príncipe da Escuridão e Rei do Mal. [Especula-se que Amram seja ninguém menos que o pai biológico de Moisés...]

 

 

 

Reptilianos: Os Deuses Extraterrestres da Mesopotâmia

Existem documentos históricos muito mais antigos que os Manuscritos do Mar Morto que também registram a existência dessas estranhas criaturas. Na Mesopotâmia, Suméria [Sumer]* era uma palavra que significava "Terra dos Guardiões"; e Babilônia, "Portão dos Deuses". Entre os milhares de tabletes de argila recuperados na região, existem registros de 240 mil anos de idade. Um desses registros, a Lista dos Reis da Suméria, conta a história de deus chamado Anu, líder uma raça de "deuses" extraterrestres: Os Anunnaki. Anu tinha dois filhos: Enki e Enlil. Ilustrações deixadas pelos sumérios deixam claro que alguns daqueles deuses, incluindo Enki, [também conhecido como Ea], eram reptilianos em aparência. Enki ensinou ao "povo" o cultivo das árvores e, mais tarde, salvou a Humanidade da extinção durante um Dilúvio.

* Não há concordância quanto ao significado da palavra Suméria [ou Sumer]. O termo teria sido usado pelos Acádios. Os sumérios denominavam a si próprios de sag-gi-ga povo das cabeças negras e chamavam sua terra de Ki-en-gi ou "Lugardos Senhores Civilizados. Sumer ou Shumer seria a tradução daquelas expressões para a língua acadiana. Os Acádios prevaleceram na Mesopotâmia entre 2.500 a.C.. Os Sumérios, mais antigos, terra e povo historicamente considerados como "berço da civilização", ali se estabeleceram entre  época remotíssima, mais de 6 mil anos antes de Cristo.
 

 

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É fato já amplamente conhecido: o Antigo Testamento, em especial, Gênesis, guarda uma suspeita semelhança com a história muito mais antiga do rei Anu e seus filhos, Enki e Enlil. Considerando que o patriarca Abraão saiu da Caldéia, é muito possível que ele tenha levado consigo boa parte daquelas histórias tradicionais. Na saga suméria Enki é encarregado de criar uma "força de trabalho" para ajudar Anunnaki no cultivo do solo e na exploração das jazidas minérios, principal objetivo daqueles extraterrestres ao se instalar na Terra. Nesta tarefa "criativa" Enki realizou experiências que, muitas vezes, resultaram em erros, dando origem a estranhas criaturas.

A história, interpretada como lenda, alegoria, pelos exegetas tradicionais, poderia indicar com clareza que Enki, simplesmente, conhecia tecnologia genética relativamente avançada capaz de alterar geneticamente espécies nativas. Seu misterioso processo utilizava uma substância, similar à argila, com a qual moldava suas criaturas "imprimindo nelas as imagens dedeuses", indicando que Enki usava genes de Anunnaki produzindo indivíduos híbridos. Se a história dos sumérios for encarada como fato objetivo e não como fantasia de um povo então é possível que os primeiros seres humanos tenham tido uma aparência reptiliana.

 

 

 

Ancestrais Reptilianos

Apesar da estranheza da idéia, a ciência contemporânea aceita que a espécie humana pode ter, muito remotamente, uma ancestralidade réptil. Em Darwin, a espécie humana e os mamíferos em geral evoluíram de antepassados répteis. Os mamíferos somente prevaleceram e se multiplicaram na Terra depois da extinção dos dinossauros; e sobre a extinção dos dinossauros também existe uma teoria de intervenção alienígena neste evento ainda inexplicado na história do planeta:

Um dos melhores especialistas no tema desses animais é o cientista Efremov, da Academia de Ciências de Moscou. Segundo Efremov, que explorou vários "cemitérios de dinossauros" e que, portanto, pôde examinar detidamente milhares e milhares de restos ósseos fossilizados, esses répteis gigantes "foram exterminados mediante máquinas voadoras equipadas com armas excepcionalmente aperfeiçoadas... Efremov relata que um em um dia de 1939 foi chamado a Sikiang, onde escavadores chineses tinham extraído um crânio de dinossauro em bom estado de conservação. O mesmo, no occipital, tinha um orifício igual ao que uma bala faz. De imediato, o sábio russo começou a estudar outros crânios encontrados nas proximidades, comprovando que todos, sem exceção, tinham igual detalhe: o enigmático furo... Eframov se assombra por encontrar enterrados, em uma mesma zona, centenas de cadáveres de dinossauros e tiranossauros... algo como desenterrar uma grande fossa comum. [SÁENZ, Herber Casal. Os Extraterrestres: Os Primeiros Povoadores da terra? trad. Ciro Aquino. São Paulo: Ed Planeta do Brasil, 2005]

Em Dragões do Éden, o astrônomo Carl Sagan especula sobre a origem reptiliana dos homens e sua relação com o misterioso "salto evolutivo" do cérebro humano constatado através dos registros fósseis. Pela cronologia darwinista, se a espécie humana fosse resultado da evolução natural da condição de réptil, essa evolução levaria 200 milhões de anos para começar a acontecer; e a evolução do homem necessitaria de pelo menos mais 10 milhões de anos. Todavia, o que a antropologia encontra não é isso; ao contrário, a evolução dos mamíferos e, especialmente do homem, processou-se muito rapidamente.

Sagan comenta as similaridades entre o cérebro de um réptil e um cérebro humano. No centro do órgão, em uma região chamada complexo-R [complexo reptiliano], ali, repousa o passado réptil da Humanidade. Este local abriga os restos das "funções dinossauro": comportamento agressivo, senso de posse territorial, ritual, organização em sociedades hierárquicas.

 




Na camada média do cérebro, o sistema límbico, são processadas as emoções tais como amor, ódio, compaixão e outras consideradas características dos mamíferos. A maior parte, o neo-cortex e camada exterior é a sede da vontade, o "lugar onde se faz a diferença entre o bem e o mal". A ciência parece encontrar a verdade nos mitos: o conhecimento do bem e do mal, indicado/fornecido pela serpente, fizeram com que o primeiro "casal" perdesse a simpatia [as graças, dádivas] de seu Criador. Se o criador era reptiliano e suas criaturas sofreram mutações que fizeram prevalecer a natureza do mamífero, desenvolvendo o neo-cortex, então a Humanidade estava se tornando "menos reptiliana" e talvez, por isso, incômoda ou inútil.

Também nos Manuscritos de Nag Hamadi, encontrados em 1945 em uma pequena cidade egípcia, foi decifrada a história da criação do homem: "os corpos deles [Adão e Eva] estavam cobertos por uma "pele córnea" que era brilhante como a luz do dia, como uma veste luminescente... Ela tomou uma das frutas e comeu, e deu a seu marido também. ...Então suas mentes se abriram porque quando comeram a luz do conhecimento brilhou para eles. E quando viram seus criadores, eles odiaram-nos porque tinham formas bestiais. Eles entenderam muito bem". Em outro antigo documento judaico conhecido como Haggadah fica muito claro que "a serpente" não era uma cobra comum:



Entre os animais, serpente era notável. Entre todos eles, ele tinha as mais excelentes qualidades e, em muitas coisas, lembrava o homem. Como os homens, andava sobre duas pernas [era bípede] e era tão alto quanto um camelo. Seus dons [poderes, faculdades] mentais superiores fez com ele se tornasse um traidor [um infiel]. Ele tinha inveja do homem, tinha inveja do sexo humano [da vida conjugal do homem]... Foi punido por ter tentado Eva. Deus disse: "Eu criei você para ser rei entre os animais, para andar ereto... mas você não estava satisfeito... então, você vai andar sobre o próprio ventre".
 


Este passado obscuro, mitificado, envolto em lendas, fornece uma certa sustentação para a idéia de que seres reptilianos estão entre as espécies de seres tripulantes de naves extraterrestres. Talvez eles sejam exatamente quem dizem que são: os antigos Guardiões da Humanidade. Os bons e os maus também...


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FONTE: The Reptilians: Humanity's Historical Link With The Serpent Race
by Joe Lewels, Ph.D. ─ IN Biblioteca Pleyades

 

 

edição: L. Cabús ─ 30 de dezembro de 2008